Nesta terça-feira por acaso, quando fomos entrando no Senado, logo nos deparamos com a líder Márcia Lucena, personagem que aprendi a admirar por vários fatores e até a presença de dona Iracema e seu pai, Iveraldo Lucena.
Logo, nos remetemos a uma imersão sobre a história e papel da esquerda a partir da Paraíba na atualidade.
Se bem que nosso mergulho inicial se deu em torno da burrice em voga em querer acentuar conflito entre o ex-governador Ricardo Coutinho e o deputado federal Luiz Couto, personagem de valor, mas que a impressão é de que assessores querem gerar guerra burra com RC.
Luiz Couto precisa admitir que ninguém segura a campanha para federal de Ricardo em patamar que ninguém impede a possibilidade de maior votação pelo significado conjuntural.
Brigar, fomentar ódio a RC, desqualifica a luta de Luiz, que precisa somar esforços para somar e fazer o PT chegar a conquistar duas vagas de que Lula precisa na Câmara. Ainda lembrem que existe Frei Anastácio.
O fato é que o deputado federal precisa refazer sua estratégia porque a atual adotada conspira contra ele, porque ninguém segura a votação de Ricardo. Tem de somar na perspectiva de construir mais uma vaga.
Bom, na próxima análise vamos abordar o PSB em fase de declínio eleitoral com a saída de Gervásio Maia e outros, bem como o PV, PC do B, PSOL, Rede e cia.
O fato é que a esquerda vive a difícil realidade da falta de renovação de seus quadros, hoje tomados de gente da velha geração.
Voltaremos ao assunto.
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“O olho que existe / é o que vê”