Um alerta aos conservadores: não atrapalhem a ação da Anvisa para regularizar processos da canabidiol visando tratar de milhões de brasileiros

Um fato histórico e muito importante, mas que ainda vai precisar de seis meses visando conclusão processual da Anvisa, trouxe a João Pessoa uma comitiva de especialistas conhecendo “in loco” o cultivo e produção científica do canabidiol como medicamento capaz de resolver problemas de saúde de milhões de brasileiros.

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A rigor, trata-se de desdobramento de decisão do STJ determinando à Anvisa que conhecesse na capital paraibana a experiência exitosa da ABRACE Esperança, a primeira associação do Brasil a tratar e desenvolver a medicação com custo baixos e eficiência comprovada.

CHEGA DE PRECONCEITOS

Se reparar direito, este invento com selo e/ou DNA paraibano, resulta de anos de experiências científicas diante de setores radicais da sociedade buscando tumultuar a expansão dos estudos sob manto retrogrado da reprodução de mentiras, famosas fakenews, e até ações judiciais querendo unir a essência extrativista da maconha com os métodos científicos de grande relevância na sociedade cuidado de males antes incuráveis.

Um absurdo, que enfim começa a ruir diante da presença da Anvisa avalizando a conduta e experiência da ABRACE como referência nacional e internacional promovendo recuperação da saude a custos baixos e que, tomara, os medicamentos possam ser oferecidos pelo SUS à toda população.

O fato é que estamos diante de um momento de grande avanço científico e jurídico porque mensura e projeta definitivamente regras concebidas legalmente para transformar o modelo da ABRACE em referência de uso da canabidiol no país contribuindo com a saude de milhões de brasileiros.

CASO JOÃO PESSOA

Em 26 de março de 2024, o G1 Paraíba informou que com “a publicação da lei no Diário Oficial do Estado (DOE), a distribuição de medicamentos à base de Cannabis para fins medicinais fica estabelecida nas unidades de saúde pública municipal e privada, ou conveniada ao SUS, na capital”.

Precisamos atualizar os dados e cobrar da Prefeitura a distribuição legal do canabidiol, agora tendo ação da Anvisa.

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