A pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (14), indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as intenções de voto em todos os cenários testados, tanto para o primeiro quanto para o segundo turno das eleições presidenciais de 2026. Segundo o levantamento, o atual mandatário mantém uma vantagem sólida sobre diversos adversários da oposição, consolidando sua posição competitiva para uma eventual reeleição.
Nas simulações de primeiro turno, Lula aparece com 32% das intenções de voto contra 27% de Jair Bolsonaro no cenário principal. Quando outros nomes da direita são testados, o presidente mantém a dianteira com margens variadas, registrando 31% contra 18% de Michelle Bolsonaro, 35% contra 16% de Tarcísio de Freitas e 32% contra 15% de Eduardo Bolsonaro. Outros possíveis candidatos, como Ciro Gomes e Ratinho Jr., oscilam entre 7% e 12%, enquanto nomes como Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Renan Santos não ultrapassam a marca de 5% em nenhum dos contextos analisados.
A liderança de Lula se torna ainda mais evidente nas projeções de segundo turno, onde ele venceria todos os oponentes testados pelo instituto. No confronto direto contra Jair Bolsonaro, o petista venceria por 43% a 37%. Contra Michelle Bolsonaro, o placar seria de 43% a 36%, enquanto uma disputa com o deputado Eduardo Bolsonaro terminaria em 44% a 34%. Em um embate contra o governador Tarcísio de Freitas, a vantagem de Lula seria de 43% contra 37%, sendo este o cenário mais apertado da pesquisa, embora ainda favorável ao atual presidente.
A pesquisa também explorou confrontos com outros governadores e figuras políticas. Lula venceria Eduardo Leite por 41% a 36%, repetindo o mesmo placar de 41% a 36% contra Ratinho Jr. Já nas disputas contra Romeu Zema e Ronaldo Caiado, a vantagem seria maior, com Lula atingindo 43% contra 34% de Zema e 42% contra 33% de Caiado. O levantamento destaca que, embora a direita ainda não tenha definido um nome único, a fragmentação atual favorece a manutenção da liderança de Lula, que também viu uma melhora em seus índices de aprovação e uma redução na resistência à sua candidatura à reeleição.
