João Azevêdo, ausente na solenidade federal desta 6ª feira, insiste em errar ao não dialogar bem melhor com equipe de Lula a partir de Brasília

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(Foto: Reprodução)

A importância do evento nesta sexta-feira, em João Pessoa, reunindo a ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, anunciando importantes ações do Governo Lula no atendimento da saúde oncológica, acabou servindo de atestado da existência de sério problema na relação do governo João Azevedo com o governo Lula.

Sua ausência e de todo o governo estadual na solenidade com as presenças do presidente da Câmara Federal, Hugo Motta, prefeito Cícero Lucena, senador Veneziano Vital, etc, sob a alegação de sua assessoria de que “ele tinha outra compromisso no horário” não se justifica.

PROBLEMA ANTIGO

A inexistência de relacionamento melhor azeitado entre o governo Azevêdo e os ministérios e o Palácio do Planalto, em Brasília, é problema antigo e se mantém pela indisposição do governador de se aproximar dos atores e da estrutura palaciana, mesmo ele sendo frequentador da Capital Federal.

Ao longo dos anos, ele nunca teve interesse em se aproximar mais do presidente Lula, nem dos ministros de forma mais chegada porque, ao seu estilo, prefere a distância protocolar que não resolve e termina permitindo que outros atores políticos paraibanos ocupem o espaço. Veneziano e o ex-governador Ricardo Coutinho são desses personagens.

RESQUÍCIO

Desde a reeleição em 2022 com a candidatura de Veneziano ao governo e não a dele preferida, aliás antes mesmo, as relações dos interlocutores do Governador com Lula e companhia é cheia de ruídos com a turma adversária palaciana de João Azevedo acentuando a crise, mesmo com o presidente sempre tratando-o pela sua qualidade de gestão.

Só que João Azevêdo insiste em não querer se aproximar do Palácio, de Lula e dos ministros, algo que ele vai ter de resolver queira ou não porque não há espaços no bolsonarismo na direção de 2026 e o indicativo de apoio a Lula exige ter de resolver esse problema.

AMUOS É GESTO PEQUENO

Deixar de estar nesta sexta na solenidade com a ministra expõe condução equivocada nas relações institucionais e políticas, por isso o eficiente gestor João Azevedo vai precisar resolver de vez esse problema com a turma de Lula.

Tem de resolver, senão perde espaço politico desnecessariamente, pois sua conduta leal com Lula exige melhor procedimento.

Não há espaço para erro primário.

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“O olho que existe/ é o que vê”

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