Depois de 100 dias, indiciamentos da CPI da Covid não saem da gaveta

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Mais de 100 dias depois da conclusão do relatório da CPI da Covid, que indiciou Jair Bolsonaro (PL), quatro ministros – Marcelo Queiroga (Saúde), Onyx Lorenzoni (Trabalho), Braga Netto (Defesa) e Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União) – duas empresas e outras 73 pessoas por crimes relacionados à pandemia, nenhum inquérito foi aberto para investigar o alto escalão da gestão federal. As informações são do Estado de S. Paulo.

 

O relatório final da comissão foi entregue ao procurador-geral da República, Augusto Aras, em 27 de outubro, um dia após a aprovação do documento na CPI. Em 25 de novembro, Aras protocolou 11 petições, que tramitam em segredo de Justiça, relacionadas a Bolsonaro e a ministros. Trata-se de procedimentos preliminares, em que o procurador-geral avalia se vai, ou não, pedir investigação formal.

Desde que recebeu o relatório, a PGR tem pedido o compartilhamento de arquivos com a CPI, entre outros requerimentos ao Supremo Tribunal Federal (STF), mas nenhum inquérito foi autuado na Corte para investigar agentes com foro privilegiado.

De acordo com a PGR, “não é possível fornecer informações adicionais sobre eventuais diligências e o andamento dos casos”.

Em instância inferior, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos) será investigado pelo Ministério Público estadual, que abriu um Procedimento Investigatório Criminal (PIC) sigiloso.

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