Não há uma dia ou hora em que não não existam novidades ou desdobramentos das coisas da política a afetar nosso futuro em 2022, agora com fatos novos a interferir na conjuntura.
De todos, chamou a atenção a manifestação do STJ mantendo todo rito processo da Operação Calvário na instância judicial da Paraiba, da mesma forma a manifestação proibitiva da Justiça impedindo que o ex-governador Ricardo Coutinho estivesse no jantar de Lula com Alckmin em São Paulo.
Diz o despacho do novo relator:
“Após uma primeira análise dos autos, observa-se que a pretensão relativa ao reconhecimento da competência da Justiça Eleitoral não se compatibiliza com os requisitos do fumus boni iuris ou periculum in mora, indispensáveis à concessão da medida de urgência requerida”, destacou o relator.
O fato é que o ex-governador não se afasta do alvo da conduta judicial a tratá-lo sempre como comandante de Orcrim, mesmo afirmando ser vítima de perseguição, embora o MP e Justiça neguem e afirmem existir provas contra ele.
PEDRO, CANDIDATO
A novidade esperada da segunda-feira (20) se deu com o lançamento da pré-candidatura de Pedro Cunha Lima ao Governo, reverberando discurso de oposição onde um dos principais projetos apresentados foi ocupar a Granja Santana com um Parque. É desejo antigo do grupo.
Mas, no Conjunto da tarde festiva, não se pode negar a ausência do ex-governador Cássio Cunha Lima e do ex-prefeito de CG, Romero Rodrigues. Fez enorme falta.
ROMERO NOUTRA
O fato é que RR está noutra fase, muito longe da disputa majoritária e agora só pensa em se rearticular para ser deputado federal sabendo que enfrentará em casa a concorrência do empresário Diogo Cunha Lima, preferido do ex-senador.
Ao que parece, a presença de Diogo abala pretensões diversas. É a novidade posta.
