A nova fase de Romero reforça independência política, libera PSDB, acha possível pacificação, mas não definiu candidatura

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A reunião ocorrida há dias em Brasília sob a liderança do ex-senador Cássio Cunha Lima em data próxima à filiação de Rodrigo Pacheco no PSD ( leia-se Gilberto Kassab) ainda hoje repercute, sobretudo no ex-prefeito de CG, Romero Rodrigo.

A rigor, o encontro serviria para cobrar a candidatura de Romero Rodrigues ao Governo no centro da discussão, mas a tese de pacificação levantada por ele irritou Cássio e demais líderes do PSDB, portanto, a partir de então Romero começou construir outra fase de sua trajetória podendo levá-lo a ser candidato só que não ao Governo.

Nesta segunda-feira, 29, em entrevista Luís Torres na TV Arapuan, ele mostrou-se claramente indefinido sobre que cargo disputará, liberou o PSDB a agir na construção de 2022 e pela primeira vez ele disse em alto e bom som: “sou independente”.

Na prática reproduziu posição como fez o ex-deputado federal Rômulo Gouveia que, mesmo tendo surgido na base do Grupo Cunha Lima de um certo tempo em diante criou asas próprias ascendentes.

Romero Rodrigues anda em dúvidas, consulta muita gente, mesmo assim ficou claro a possibilidade de conversar com João Azevêdo sobre 2022 – até lembrou acenos de Lula a Cássio, entretanto, a decisão final será tomada a partir de consenso com sua família.

Eis a síntese atual de Romero Rodrigues.

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