Voto impresso na cena eleitoral tem tendência partidária contra na Câmara; afinal para que tumultuar?

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Somente a inspiração autoritária das cenas de invasão do Capitólio, nos EUA puxada por Trump em pleno processo eleitoral americano pode servir de abrigo para a insistência de Bolsonaro de tumultuar as eleições de 2022 diante de tamanho retrocesso político, que é o Voto Impresso.

É para isto e todas as votações de retrocesso socioeconômico que serviu a ascensão do deputado federal Artur Lira na Câmara dos Deputados – o mesmo personagem que agrada Bolsonaro e assim não pauta os dezenas de pedidos de abertura do Impeachment do presidente pelas incontáveis motivações legais produzidas nos últimos tempos no País.

Mas, todos os deputados precisam ter consciência de que desta feita a pressão popular abriga também o envolvimento, não só das instituições nacionais como do empresariado brasileiro completamente e/ou majoritariamente contra o Voto Impresso diante da garantia e segurança do Voto Eletrônico.

O PLACAR

Conforme levantamento produzido pelo Jornal GLOBO, os partidos declaradamente contrários à proposta reúnem 330 deputados da Casa sabendo que são necessários 308 votos para aprovar a medida.

Trocando em miúdos, a insistência macabra de Artur Lira a serviço de Bolsonaro não se cansa de encarar derrotas, como se deu na Câmara Especial por 23 a 11, mas a mania de golpe precisa ser enfrentada no voto e na Democracia.

Vamos acompanhar também os votos da Paraíba.

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