A essência autoritária de Ricardo em insistir “de cima para baixo” intervir no PT da Paraíba com 80% de resistência; Lula vai avalizar isso?

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Em outubro de 2020, na véspera da convenção do PT em João Pessoa, a presidente nacional Gleisi Hoffmann cometeu um “estupro” político ainda hoje não assimilável no partido implodindo processo democrático extenso e interno indicando Anísio Maia como candidato pois, no entendimento dos “astronautas petistas paulistanos”, a ordem era apoiar integralmente o ex-governador Ricardo Coutinho a prefeito.

Resultado: Ricardo foi candidato sem conseguir na Justiça ter o apoio do PT e, pior, com 15% de reforço de aliados contra 85% de rejeição ao seu nome na legenda . Ficou, ao final, na 6a posição da disputa, logo ele o maioral da política na Paraíba até antes de estourar o escândalo da Operação Calvário, algo destruidor na sua carreira.

 

AGORA, A MESMA INTENÇÃO ARBITRÁRIA

Gleisi Hoffmann, parlamentar respeitada com conduta incontestável, é a executiva de uma operação mais uma vez arbitrária e suicida porque desconsidera a realidade da motivação da Operação Calvário – muito além da famosa perseguição política- causa essa que levou o PT majoritariamente a não aceitar mais o retorno do ex-governador.

Tudo bem que Ricardo foi excepcional com Lula e Dilma em vários momentos difíceis e até no ato da Transposição do Rio São Francisco mas, infelizmente, o acervo da Operação Calvário deixa o ex-governador extremamente frágil porque, além das delações, as gravações tecnicamente comprovadas mostram-no em negociações financeiras inadmissíveis. Lula não pode ignorar tamanha prova cabal.

 

REAÇÕES

Diante da publicação de foto do ex-governador se preparando para voltar ao PT como “comandante”, o partido entrou em crise podendo afetar a campanha de Lula na Paraíba.

Voltaremos ao assunto.

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