Os efeitos do Rating A da Paraíba no Tesouro Nacional consolidam performance de Azevêdo para resolver futuro, inclusive reeleição

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De todos os secretários do Governo do Estado a alimentar o sentido da discrição na atuação da gestão só falando o necessário, um deles se expõe com o nome de Marialvo Laureano, da Fazenda, comemorando a conquista fiscal de agora significar Rating A – mais importante estágio fiscal -, conforme decisão do Tesouro Nacional.

A rigor, a abordagem de agora é fruto de desempenho rigoroso colocando a Paraíba com melhor posição fiscal de todos os 9 estados do Nordeste exatamente pelo rigor e saldo de gestão fiscal.

Não, não se trata de elogio fácil. Antes da comemoração há um processo continuado que vem desde a gestão do ex-governador Ricardo Coutinho, mas que chegar ao ápice fiscal só se deu com a gestão de João Azevêdo daí justificar o entendimento anterior de RC de que JA era o nome certo para tocar o Governo com responsabilidade.

O fato é que com esse status a Paraíba alcança as condições de atrair novos empréstimos e resolver, inclusive, os projetos voltados à retomada do desenvolvimento em especial dos recursos hídricos, cujo desafio do Governo Azevêdo é resolver a chegada de água em todas as regiões.

Em síntese, embora a prioridade do momento seja a gestão da Pandemia, os novos fatos indicam que o governador constrói seu processo de sucessão com muita perspectiva de futuro.

É o famoso colher o que anda plantando.

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