O timing de JA: candidatíssimo, governador mantém estilo e foco na gestão, combate à Covid e vacina, mas exibe Rating A e Pacote de Obras/Ações em plena crise

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Quem acompanha a política partidária ao longo do tempo se depara na contemporaneidade com o estilo do governador João Azevêdo, de certa forma com postura avessa ao frisson comum dos líderes. Com voz mansa, pausada, ele anda decidido a disputar sua reeleição em 2022 mas, à sua maneira, impõe um jeito destemido como a reverberar e saber que tudo depende, e só, do saldo de seu governo.

Esta é a síntese de mais uma entrevista, como aconteceu nesta segunda-feira, 25, no programa “Frente a Frente”, ancorado pelo multimídia Luís Torres na TV Arapuan, na qual expôs com clareza sua pré-candidatura, entretanto, e para tanto, tem consciência da fundamental importância de seu governo alcançar, manter e avançar com resultados efetivos em todos os sentidos na própria gestão.

João Azevêdo não teme adversários, nem mesmo a senadora Daniela Ribeiro ou Romero Rodrigues, ou qualquer outro quem venha enfretá-lo, porque está convencido de que o juízo de valor da sociedade depende exclusivamente do saldo de seu governo, como a intuir que os conchavos político-partidários, mesmo tendo Cicero Lucena na berlinda, está à mercê de concluir a gestão de resultados.

O governador expôs que já tem muito o que comemorar diante da maior pandemia de todos os tempos, cujos efeitos se fazem ver com a morte cada vez mais próxima de amigos e familiares. Este é o foco prioritário de JA, combater o vírus, por isso não encara a sucessão como prioridade neste momento e assim defende a aplicação da vacina para todos, até os negacionistas ideológicos de plantão.

É neste mais de 1 ano de pandemia que o seu governo comemora a aplicabilidade da gestão fiscal eficiente pois, em pleno tempo de horror sanitário afetando emprego, renda e a auto sustentação humana, ele conseguiu alcançar o Rating A, do Tesouro Nacional, ainda a investir R$ 1,2 Bi, além de ser vanguarda no registro de Carteira de Trabalho em todo Nordeste.

Lá na Torre, Maria Julia – minha mãe e de Duda, logo diria em sua filosofia de vida: “está fazendo bem o dever de casa”.

É este componente de gestão que lhe cacifa a anunciar um outro especial Pacote de Obras para os próximos dias porque na base, a partir do saldo do ano anterior de 2020, a produção paraibana na indústria, agricultura e construção civil serviram de sustento para encarar a grave crise ainda mantendo 3 mil alimentações diárias aos mais sofridos.

Pelo sim, pelo não, João Azevêdo conduz seu futuro com estilo diferenciado nem sempre agradando a todos da esfera política acostumados ao jeito truculento de uns e bajulador de outros, uma vez que convenceu-se de vez da máxima: seu futuro depende prioritariamente do saldo de sua gestão, dai se dedicar prioritariamente a atender as reivindicações da sociedade com resultados efetivos.

Por essas e outras a dados de hoje, seria reeleito.

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“O olho que existe/é o que vê…”

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