Vereador preso em CG no escândalo da merenda tira licença de 15 dias por ‘motivação pessoal’

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Preso na segunda fase da Operação Famintos, em Campina Grande, o vereador Renan Maracajá pediu licença da Câmara Municipal de Campina Grande pelo período de 15 dias. Na alegação para o pedido, o político alegou ‘motivação pessoal’.

O vereador não receberá vencimentos durante a licença, que pode ser renovada por mais 15 dias. Mesmo fora da Câmara, Renan não deve ser substituído pelos seu suplente, o secretário adjunto de Educação de Campina Grande, Gildo Silveira, devido ao curto tempo do afastamento.

 Renan foi preso em casa na última quinta-feira (22). Ele é apontado como integrante da Organização Criminosa (Orcrim) investigada na Operação Famintos, deflagrada na Rainha da Borborema e outras cidades.

O parlamentar estaria envolvido com empresas beneficiadas no esquema que causou um prejuízo de R$ 2,3 milhões. Renan integra a base de sustentação do prefeito Romero Rodrigues (PSD) na Câmara de Campina.

Portal WSCOM

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