Blog de Walter Santos avalia efeitos das eleições americanas no Brasil e NE

Imagem Substituída

 Em sua nova postagem, Walter Santos analisa as eleições americanas e sua relação com o Nordeste e o Brasil. Segundo Walter, há uma divisão na sociedade americana e um crescimento da intolerância.

 “Donald Trump conseguiu aguçar a parte americana mais dura tanto que, mesmo sofrendo revezes conceituais pela rudeza e retrocessos defendidos nas relações com Muçulmanos, Latinos, etc”, diz o texto.

Confira:

O que as eleições americanas têm a ver com o Brasil e o Nordeste

 Terça- feira será um dia importante para o Mundo diante do resultado do Colégio Eleitoral dos Estados Unidos em que às vésperas aponta a vitória da candidata Democrata, Hylarry Clinton, sobre o empresário Republicano Donald Trump já admitindo não aceitar o resultado.

O fato mais importante neste momento é atestar que a sociedade americana anda dividida quando ao estilo e tratamento a oferecer aos demais Países frente aos muitos Conflitos de interesse e de Guerras nos vários Continentes, entre eles a América do Sul onde pontifica o Brasil.

O CRESCIMENTO DA INTOLERÂNCIA

Donald Trump conseguiu aguçar a parte americana mais dura tanto que, mesmo sofrendo revezes conceituais pela rudeza e retrocessos defendidos nas relações com Muçulmanos, Latinos, etc, conseguiu granjear apoios importantes exaltando a intolerância.

O mundo de Trump e seguidores não admite nada que não seja a força americana sobre todos os fatores, negócios e cultura no mundo. Fora disso tudo é desprezo porque simboliza o conceito de superioridade de raças muito próxima do Nazismo de Hitler.

OS EFEITOS NO BRASIL

A vitória de Hillary expressa a ascensão da primeira mulher no Poder dos EUA com larga experiência internacional sucedendo um Presidente Negro, Barack Obama, com postura dura contra antigos inimigos dos Americanos, mas com diálogo em nível há mais existente na hipótese de Trump no comando.

Há que aguardar seus primeiros sinais sobre a relação diplomática com o Brasil pela importância exercida em todo Continente e no Mundo, mas já sabendo que na fase se seu marido, Bill Clinton, a orientação da Casa Branca aceita por FHC era de aliança para criação da ALCA e não o MERCOSUL.

Hillary será muito pressionada pelas multinacionais americanas para impedir o avanço do MERCOSUL, da mesma forma que busque impor políticas de domínio nas riquezas minerais brasileiras a partir do Petróleo.

NORDESTEBR

Não há, em princípio, nenhuma grande referência e força econômica dos EUA na relação direta com os 9 estados nordestinos, embora esteja em exercício diplomático o Consulado mais antigo comemorando Bicentenario de convivência, sabendo – se que na Segunda Guerra MUNDIAL, a cidade de à natal serviu de base importante para o controle e contenção de avanços dos alemães.

Estrategicamente, os EUA no Governo Hilarry deve ampliar as políticas de aproximação de negócios e de intercâmbio cultural. 

Mais Posts

Tem certeza de que deseja desbloquear esta publicação?
Desbloquear esquerda : 0
Tem certeza de que deseja cancelar a assinatura?
Controle sua privacidade
Nosso site utiliza cookies para melhorar a navegação. Política de PrivacidadeTermos de Uso
Acessar o conteúdo