WS: A realidade nua e crua da sucessão estadual, os movimentos dos pré-candidatos e a influência de João Pessoa e Campina

Pré-candidatos ampliam agendas pelo interior, fortalecem bases em João Pessoa e Campina Grande e aceleram estratégias para a sucessão estadual e a corrida ao Senado.

Movimentações dos pré-candidatos ao Governo e Senado da Paraíba em cenário pré-eleitoral.

Início de junho na Paraíba atrai como perspectiva as movimentações politicas naturais dos principais pré-candidatos ao Governo e Senado diante dos fatos em curso. A campanha já começou e gera desdobramentos na meta eleitoral de outubro.

À vista do que se desenha em curso é fácil constatar que o pré – candidato do Governo, Lucas Ribeiro, se apresenta beneficiado pela estrutura de Poder que movimenta, por exemplo, a máquina em torno do Orçamento Democrático como ferramenta de reforço estratégico, sem dúvidas.

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Em tempo de disputa eleitoral com respaldo legal isso faz diferença quando a estrutura mobiliza e anuncia recursos aos municípios.

Diante dessa realidade, os outros pré-candidatos mais visíveis, no caso Cícero Lucena e Efraim Filho se movimentam pelo interior do Estado ainda apostando em João Pessoa e Campina Grande como bases de reforço possível.

No caso de Cícero, evidenciando sua gestão e resultados em João Pessoa como capital político a lhe expor, conforme a publicidade partidária, apresentando – se com capacidade de gestão diferenciada em comparação aos concorrentes.

Já Efraim Filho também se movimenta pelo interior, mas evidenciando na sua propaganda fortes críticas ao aparato de segurança no Estado acusando de pagar menor remuneração policial adicionado da pauta conservadora em torno de Deus e família com as contradições a partir da cena nacional de seu candidato.

Ele aguarda ainda Bruno Cunha Lima anuncia sua esposa como vice, algo que arrefeceu, enquanto Cícero avança com Diogo Cunha Lima nas periferias campinenses.

Ainda é muito cedo para projeções eleitorais mais seguras, entretanto, tudo se apresenta com perspectivas reais de segundo turno.

INFLUÊNCIA SENATORIAL

Está evidente nestes primeiros temos de campanha a disputa mais acirrada entre João Azevedo e Veneziano Vital com Nabor Wanderley insistindo em mirar na segunda vaga.

Há neste contexto, de fato, movimentos que mexem muitos nos bastidores em torno da segunda vaga a exigir zelo dobrado para entender a definição senatorial.

O movimento cicerista de abrir diálogo com Nabor já mexeu no vespeiro pelo que reagiu Veneziano e por aí vai. Isso afeta o projeto de André Gadelha como segundo voto do MDB.

A decisão de Lula na Paraíba também fará diferença até outubro.

MARCELO QUEIROGA

O médico e bolsonarista Marcelo Queiroga aposta todas as suas fichas no eleitor conservador mas sabendo que a concorrência está muito forte. Já Major Fábio ainda não existe eleitoralmente.

É isso.

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