WS - Toda a carga neste 8 de Janeiro para ratificar a Democracia e a Soberania nacional como bens da sociedade brasileira inegociáveis

O fato é que estamos diante de um momento especial para a vida democrática brasileira – o 8 de janeiro de 2026 – como data a exigir de toda a sociedade a ratificação da Soberania nacional e a Democracia em si como bens constitucionais inegociáveis.

Somente a Democracia permite convivermos com setores da sociedade, mesmo agindo contra os interesses nacionais, mas submetidos às regras constitucionais de ratificação, repito, da nossa Soberania, pois as instituições brasileiras têm sabido fazer respeitar o ordenamento jurídico democrático.

A crise na América Latina com a invasão absurda na Venezuela só reforçam a necessidade do 8 de Janeiro em outra concepção.

SOBERANIA COMO SOLUÇÃO

O Brasil que registra parcela da sociedade agindo para perturbar a realidade política tem dado demonstrações de sobra que não quer nunca mais conviver com as dores da Ditadura militar. Em 2026 vai dar nova demonstração de zelo e ratificação da Democracia respeitando os anseios populares.

Há, contudo, que nos precavermos contra a intromissão indébita de setores internacionais da Ultra Direita com possível atuação retrógrada do presidente Trump, entretanto,há tempos somos uma sociedade Soberana diante dos interesses atrasados de setores.

HUGO E ALCOLUMBRE DE FORA

A Grande Mídia informa desde cedo que os presidentes da Câmara e Senado Federal, Hugo Motta e Davi Alcolumbre, não vão estar na solenidade deste 8 de Janeiro ratificando a Democracia e a Soberania Nacional.

Vão dar com este posicionamento razão para críticas continuadas ao desapreço com valores brasileiros inegociáveis.

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“Em terra de cego/ quem tem olho é rei”

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