WS: Enfim, quando o Folia de Rua consolidará estratégias e estrutura ousadas para autosustentação definitiva com maiores atrações e público? O que fazer?

Folia de Rua

Há mais de uma semana, em anúncio público, o projeto Via Folia – envolvendo blocos dissidentes do Folia de Rua saindo na Avenida Epitácio Pessoa – anunciaram um elenco expressivo de artistas para a versão 2026.

Paralelamente, o que se sabe é que a matriz Associação Folia de Rua, detentora da Propriedade Intelectual da marca, se prepara esta semana visando também anunciar as atrações da versão 2026 no Centro Histórico e bairros da Capital em esforço hercúleo para ter tamanho e estrutura reconhecidos.

CAUSA E EFEITO

O fato é que o Folia de Rua original tem esforço comprovado de buscar captar apoio da CEF visando produzir gravação oficial dos hinos dos 34 blocos ainda sem esse reforço, bem como reforça a captação de R$ 2,1 milhões visando contratação de artistas para a versão 2026, mesmo assim ainda tem contencioso a depender da FUNJOPE – instituição relevante.

Acompanhando os dois cenários, é visível identificar que a versão original exige definitivamente mais ainda de agora em diante, mesmo que tardiamente, um novo modelo de gestão do importante projeto consolidando com a iniciativa privada e os editais existentes as condições de auto-sustentação para ter meios de se impor diante do mercado musical / estrutural porque já se vislumbra essa realidade como indispensável.

A construção de um processo formulador de políticas com o SEBRAE é algo relevante e fundamental.

A rigor,o projeto Folia de Rua precisa definitivamente construir sua soberania e autosustentação financeira porque seu histórico é de valor reconhecido para atender aos blocos, à estrutura inclusive de ornamentação, etc.

GOVERNO COMO FICA?

A dados de agora não há nenhum compromisso anunciado da SECULT e a Secretaria de Turismo com o Folia de Rua – algo inadmissível, portanto, é chegada a hora em tempo do Governo do Estado também apoiar o Folia de Rua.

Em síntese, possíveis crises políticas de época não podem atrapalhar as boas relações e o apoio de quem tem compromisso e responsabilidade nessa direção com a cultura e o turismo do estado.

O sensível secretário Pedro Santos precisa apoiar o Folia de Rua.

Ainda voltaremos ao tema.

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