Está em contagem regressiva a realização em João Pessoa, no Centro de Convenções, do Encontro Nacional de Gestores de Cultura, de 23 a 25 de abril próximo, com a presença da ministra Margareth Menezes, coroando a gestão operosa do Secretário estadual, Pedro Santos, em patamar histórico. Em tempo: todos os secretários de estado de Cultura, bem como das Capitais, estão confirmando presenças.
A rigor, a pauta de debates atrai as temáticas principais da discussão sobre estruturas e incentivos culturais em vigência sabendo-se que tudo foi preciso ser reconstruído recentemente, em face da gestão negacionista e anti-cultural antes vigente por razões ideológicas de raiz.
A BASE ESTADUAL
Antes de abordar e reconhecer a ação estadual da Secult chegando em todas as microrregiões – são 23 ao todo – se faz importante também reconhecer que a gestão anterior do professor Damião Ramos Cavalcanti teve o abrigo de atrair e envolver com atividades os quilombolas, ciganos de Sousa e indígenas da Baía da Traição, agora com políticas aprofundadas.
Pedro Santos deixou o ar condicionado e resolveu bater pernas pelo estado inteiro reproduzindo a participação dos produtores da cultura popular nas várias matizes em arco de apoio diferenciado pelo vínculo criado em nível diferenciado.
PAUTAS ATUALIZADAS
Pelo que se projeta, o Encontro Nacional ainda sob efeitos da Lei Paulo Gustavo e do Plano Aldir Blanc abriga avaliações oportunas:
“Entre os debates que serão travados, pode-se destacar aqueles que vão discutir o papel dos entes federativos para as políticas culturais, o poder dos dados na formulação de políticas culturais, perspectivas de planejamento estratégico para o setor, economia criativa para a cultura, gestão de editais, estratégias de longo prazo para a cultura, marco regulatório de fomento à cultura, entre outros temas”.
Massa!
AS NOVAS REGRAS
Dia 18 de abril próximo termina a nova fase de editais de incentivo em curso, embora a base do ICMS cultural voltado à revitalização do Centro Histórico de João Pessoa tenha sido prorrogado por mais 30 dias, conforme celebrado em solenidade na terça-feira (15), na Ilha Tech.
É preciso também admitir que essas iniciativas em torno do Centro Histórico envolvem muito mais gente há mais tempo, a exemplo de nossa participação intensa no final dos anos 90 – 1998 objetivamente – em diante gerando Seminário com apoio da SUDENE e SEBRAE criando-se em 2000 o ACERVO – Associação do Centro Histórico Vivo. Na atualidade, a produtora Afra Soares cumpre papel importante no Comitê em defesa desse movimento.
O ex-diretor do projeto Inova Lisboa, português Rui Coelho, veio a convite nosso e do ex-presidente da Câmara Municipal, Marcos Vinícius, para debate em seminário na FIEP/CH, coincidentemente na greve nacional dos caminhoneiros explicando como resolver nossa situação.
DESAFIOS

A iniciativa de explicar aos empresários formas simples de adesão ao ICMS do CH, através da arrecadação desse imposto sem dificuldades nem burocracia, se traduz em outro incremento a consolidar a gestão de Pedro Santos como gestor de resultados na prática.
Nos tempos de demandas culturais intensas, ainda somos do pensamento vivo de que as leis de incentivo precisam abrigar também a formação de público para as várias áreas porque, a exemplo do nosso cinema, a exigir meios de expandir a circulação de nossa produção para não ficar engavetada.
O fato é que Pedro Santos consolida nova fase e performance de resultados.
CHICO E ELBA
Na programação do Encontro a oportunidade rever Chico César e Elba Ramalho cantando ao público interno. Há ainda Escurinho, Sandra Bellê, Jessier Quirino, apresentações do Prima e Orquestra Sinfonica.
CADÊ JARBAS?
Gente boa da Cultura tem cobrado a inserção de shows do competente artista Jarbas Mariz em solo pessoense-paraibano, atualmente em bela performance a partir de São Paulo. A torcida é grande.
SEMENTES DE FUTURO
Em setembro, a Revista NORDESTE projeta um Fórum super atualizado para discutir os Desafios dos 9 estados diante dos impactos do super tarifaço de Trump a mexer com todo o mundo.
Está programado para o auditório Celso Furtado no Centro Cultural Ariano Suassuna no Tribunal de Contas do Estado.
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“O olho que existe/ é o que vê”
