O ano de 2020, assim de número redondo, pode ficar na história de João Pessoa como uma data emblemática na retomada do Carnaval pra valer da cidade, como deixou evidente o sábado das “Raparigas de Chico” no Ponto de Cem Réis (Viaduto Damásio Franca) e o domingo de General Store e cia superlotando ladeiras do Centro Histórico.

Há que se convencionar que esta simbiose de iniciativa popular e privada com sinergia do poder público, no caso da Prefeitura de João Pessoa, termina por fomentar a retomada do nosso adormecido Carnaval.
A tempo a cidade deve a si própria esta realidade de festejos unindo novas e antigas gerações. Era uma estupidez inaceitável excluir João Pessoa de ambiente carnavalesco em pleno Carnaval. Neste particular, o Centro Histórico é lugar perfeito.
Em tempo, a quantidade de pessoas no Centro Histórico nesses dias intui um desafio a mais a ser atestado com saída do Bloco de rua defronte à Casa da Pólvora nesta terça-feira de despedida do Carnaval.
O que se configura neste momento histórico é a expansão da retomada dos velhos carnavais de rua, como explodiu em São Paulo, Rio e Minas (BH), agora estimulando a existência de nova fase do Carnaval em si na Capital paraibana, e não só na semana prévia, o que, convenhamos, já era tempo disso acontecer.
E se é assim, palmas para a iniciativa privada, General Shore, Nai, WSCOM, produtores da Praça Antenor Navarro e à Prefeitura de João Pessoa na figura do prefeito Luciano Cartaxo e Maurício Burity.
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“Quem segura o porta-estandarte tem arte, tem arte…”
