Na semana em que a Oposição de João Pessoa anunciou que revelaria uma “bomba” mas, na prática, a “montanha pariu um rato”, como se diz na Torre, o fato político de mais consistente elemento de avanço conjuntural da sucessão estadual foi o acordo fechado pelo senador José Maranhão, em Brasilia,para garantir o aval partidário no projeto de candidatura ao Governo em 2018.
Ele não só garantiu o reforço institucional como assegurou os recursos para as campanhas dos emedebistas à Câmara Federal e Assembléia Legislativa,tanto que segurou Hugo Mota e Nabor Wanderley como candidatos à reeleição.
Tudo posto há de se admitir que, seguramente, Maranhão é candidatíssimo ao Palácio da Redenção.
EFEITOS NA PRÁTICA
O senador produziu reação de queixas junto ao PSD por não ratificar aliança e a partir dai passou a ser tratado com restrições pelo pessoal de Luciano Cartaxo e cia.
A postura critica contra Maranhão criou rompimento entre eles e de agora em diante, só aumentará a distância entre eles com repercussão no futuro.
Trocando em miúdos, de forma real e consistente Maranhão é, no mínimo,o fiel da balança na hipótese de segundo turno –condição que lhe faz estar na principal mesa de decisões de futuro do Estado da Paraiba.
Tenho dito.