{arquivo}Quem é do ramo sabe que elevar um índice de gestão pública para cima em tempo de crise econômica e financeira não é tarefa fácil, ao contrário, porque exige a convivência com a Meritocracia visando obter resultados impactantes, ao levar a Paraíba a ser reconhecida com a Décima melhor posição entre os 27 estados do País.
Este é o saldo da nova avaliação produzida e veiculada a partir da aferição de segmentos fundamentais como Educação, Infraestrutura, Inovação e Potencial de Mercado, além de Segurança Pública em Ranking Nacional envolvendo todos os Estados e Distrito Federal.
É tudo o que a Oposição ao Governo Ricardo Coutinho jamais gostaria de saber e conviver, sobretudo porque ela vive de acusações e discursos, diante de uma realidade que projeta o governador de bem na fita merecendo destaque nacional.
Isto não se inventa, não se compra em supermercado.
NÚMEROS IMPACTANTES
Pelo Ranking, a Paraíba ficou classificada no item Infraestrutura em 4º lugar, enquanto em Inovação e Potencial de Mercado alcançou o Oitavo lugar, algo surpreendente.
Já na famosa Segurança Pública, onde há crescimento da violência, o Governo paraibano se posicionou em 13º lugar, enquanto na Educação, Solidez Fiscal e sustentabilidade Ambiental, obteve o 14º lugar. Em 16º em Capital Humano e Sustentabilidade Social.
Pelos números, o Estado passou da 15ª para a 10ª posição no Ranking de Competitividade, tendo registrado avanços nos pilares, como são chamados os itens que compõem o Ranking, de Educação, Segurança Pública e Sustentabilidade Social.
EDUCAÇÃO ASCENDENTE
De acordo com o Ranking, a Paraíba recebeu destaque na Educação avançando cinco posições em relação ao ano passado saindo da 19ª para 14ª colocação por conta do ganho com os indicadores de taxa de frequência líquida do ensino fundamental e taxa de frequência líquida do ensino médio.
Neste aspecto, a Paraíba e o Ceará são os representantes do Nordeste mais bem colocados no Ranking de Competitividade 2017 figurando nas 10ª e 11ª colocações, respectivamente, à frente de Mato Grosso e Goiás. Neste Ranking de 2017, Paraíba, Acre e Rondônia, foram as Unidades da Federação que mais ganharam posições, enquanto Amapá, Amazonas e Pernambuco foram os estados que mais perderam posições.
EFEITOS POLÍTICOS
{arquivo}Certamente que a Oposição não vai parar de fazer barulho, mas os novos dados do Ranking chegam como um duro golpe contra o discurso azedo porque comprova novo patamar de desempenho e gestão em pouco mais e cinco anos de gestão, sem contar as tantas obras e ações ao longo dos anos.
Mais do que o Estado em si quem ri à toa é o candidato ao Governo, João Azevedo, principal beneficiado político do saldo conduzido pelo governador Ricardo Coutinho.
Ranking chega em hora estratégica e determinante.