O processo de Delações em torno da Lava-Jato tem produzido efeito devastador para quem é citado em qualquer situação, a exemplo dos últimos estágios envolvendo o senador Cássio Cunha Lima é o deputado federal Aguinaldo Ribeiro e é certo que isto traz prejuízos indiscutiveis aos dois líderes políticos.
Enquanto é tempo, contudo, é preciso examinar com bastante clareza em que nível eles são citados porque, infelizmente, já não se quer distinguir nada mesmo quando doação legal de campanha não pode ser confundida com propinas ou Caixa 2, crime eleitoral já previsto em lei.
O CASO CÁSSIO
Logo que foi veiculado seu nome ontem o senador partiu para se explicar afirmando que não tem envolvimento com nenhum ilícito e que a matéria é tema recorrente, ou seja, assunto velho de tempos atrás quando legalmente teve contribuição dá Braskem – braço petrolífero da Odebrecht.
Aguinaldo Ribeiro diz a mesma coisa se defendendo afirmando que suas ações têm via legal, portanto, não se sente atingido com acusações de propinas.
O fato é que a citação é ruim , desconfortável , mesmo assim.para se ter juízo de valor exato é preciso apurar mais o.processo porque do contrário é punir previamente como muitos ,embora a safadeza de fato exista para diversos atores nacionais.
Em síntese, vamos aprofundar o exame do processo é na sequência voltaremos ao tema.
Até prova em contrário, Cássio merece consideração até quando, segundo os juristas da Torre, a dúvida decorre pró réu, embora o senador não o seja ainda , da mesma forma Aguinaldo.
LINDBERGH FARIAS
Não entendi a menção do nome do senador do Rio de Janeiro porque recentemente o Ministério Público Federal havia inocentando o líder petista.
O CASO ZÉ DIRCEU
É monstruoso, desumano e nunca visto no Brasil o que o juiz Sérgio Moro faz com o ex-ministro José Dirceu condenado por serviços prestados às construtoras, cujos valores estão no seu Imposto de Renda mas ele pisa nas provas na maior perseguição com propósito de matar o ex-ministro morando na cadeia.
Até quando vai ser assim.com o denominado processo Lawfare se sobrepondo ao Estado Democrático de Direito.
Não pode ser assim
ULTIMA
“Cada um dá o que tem…”
