Um novo estudo sobre as últimas fases de queda de nossa economia

A Paraíba velha de guerra é pródiga de sabedoria que no tempo de agora me faz lembrar a figura ultra vanguarda do Professor Lynaldo Cavalcanti de Albuquerque , ex-Reitor da UFPB e responsável por grandes avanços da Ciência e Tecnologia do Brasil.

É em nome dele que abro a abordagem de hoje evidenciando uma abordagem feita pelo professor Doutor Paulo Fernando Cavalcanti filho, do Departamento de Economia da UFPB e pesquisador associado à RedeSist revelou à Revista NORDESTE ontem sobre a recente fase da crise econômica do País dos períodos Dilma – Temer.

Ela prova com base nos novos números apresentados pelo IBGE que o forte e positivo desempenho do PIB sofreu duas ordens de impacto : os efeitos da crise européia, a partir de 2011, provocando instabilidade na taxa de crescimento do Brasil.

Conforme avalia, quando o Governo Dilma II aplicou um ajuste fiscal recessivo, o PIB desabou no início de 2015.

O governo, contudo, reverteu o ajuste e a economia começou a retomar uma recuperação.

Já o governo Temer, no início de 2016, afirma ele, interrompe esta recuperação e volta a aplicar medidas fiscais recessivas em meio à crise política, apontando agravamento da crise econômica.

Esta é a síntese da Ópera. 

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