O papel de Luciano e Cida Ramos na reta final do processo eleitoral

O processo eleitoral em João Pessoa se desenrola nos seus instantes finais buscando identificar se a realidade de campo mantém mesmo patamar das pesquisas passadas ou se pode ser alterado nos poucos dias que se sucedem.

Há que se levar em conta o peso dos candidatos, das coligações e as influências partidárias ou de lideranças no contexto geral da campanha.

O CASO LUCIANO

Até agora, mesmo com a estratégia adversária de querer colar nele a lentidão através de figuração de uma lesma, nada do que dizem as pesquisas parece ter se consolidado depreciativamente nele, ao contrário, supõem – se que os indices a seu favor indicam postura e desempenho na midia e campanha a lhe consolidar como executivo.

Tem sido até aqui, portanto, aguarda-se o desfecho até dia 2 de outubro.

A ESTRATÉGIA EM CIDA

Pelo que se anota até o presente momento, a candidata Socialista cresceu muito em face do índice de desconhecimento de sua pessoa no imaginário coletivo da cidade ao que parece pela forma do 40, da estrutura e, sobretudo, da força pessoal do governador Ricardo Coutinho. De fato, o lider socialista tem se dedicado ao máximo.

Resta agora o instante da candidata construir um ciclo adiante a depender dela particularmente, embora o esforço reconhecido precise se traduzir em empatia eleitoral.

Dai a indagação: há tem para a força dela mais do Girassol criar segundo turno?

OUTRAS INFLUÊNCIAS

O esquema partidário tem funcionado em bloco para reforçar o candidato de situação, embora a influência do senador Cássio em João Pessoa não exista como pretendido e, no caso de Maranhão, tem importância mas no quesito popular se indaga se produz a força de antes.

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