A questão de Diogo, o excesso do MP e o uso insano das Familias

O Ministério Público Estadual acaba de anunciar nova tarefa em Campina Grande, cujo efeito da ação é infinitamente maior do que a essencia em si revelada contra o prefeito Romero Rodrigues, visando apurar privilégio ao empresário Diogo Cunha Lima.

Antes de qualquer juizo de valor apressado, somos defensores de apuração rigorosa em todos os casos mas, cá pra nós, mudaria a essência processual e seus resultados se a operação anunciada se desse depois das eleições?
 
A resposta sincera é não, mas tomou corpo de escândalo, sem sê-lo.

Da forma feita e próxima do clima em Campina pareceu peça de campanha, mesmo também sem sê-lo com parte buscando tirar proveito.

É o mesmo que acontece em Patos. Pirotecnia pura no uso da exposição faltando poucos dias para a eleição – cujo saldo beneficia e maltrata alguém.

SEMELHANÇA NACIONAL

O MPF não está se apercebendo (ou está?) que sua missão não é punir previamente antes de apurar maximamente levando em conta as provas. Tem mais: é preciso assegurar amplp direito de defesa. Como pode um agente dizer que não tem provas mas por sua convivção atropela a norma pedindo punição!

O que ele vem fazendo com Lula é inaceitável para um pais que exige minimamentr a Justiça plena respeitando de fato o Estado Democrático de Direito.

A intenção, ao que parece, além de fulminar com Lula, é derrotar Haddad em São Paulo.

Mas voltemos para a cena estadual.

CASO PARAIBA

Faz tempo nosso estado convive com a exploração exacerbada contra familiares dos candidatos.durante as eleições.

Acompanhei o sofrimento de Silvia Cunha Lima, Mulher digna,.honesta, depois a jornalista Pâmela Borio noutra exploração insana e agora chega a vez do jovem executivo Diogo Cunha Lima.

Paga o preço de ser filho de um lider politico capaz na sua missão, mas volta e meia tendo que chorar a injustiça de envolvimento com familiares queridos seus, por conta de seus desafetos.

Aliás, setores da Paraiba se mantêm incorrigiveis na sana de querer acabar com quem prospera. Diogo, a quem respeito, é um dos novos alvos por ser capaz, mas é assim por  atrair o ódio dos inimigos de seu pai.

Em sintese, tudo tem seu tempo e lugar, mas deixa Diogo trabalhar, crescer porque o mérito empresarial na prática, na disputa de mercado é dele, não é de Cassio, que deve querer o melhor do filho – logo ele que optou por não entrar na politica para construir caminhos sem as dores do pai e avô.

Voltaremos ao assunto

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