O PIB de João Pessoa entra em disputa eleitoral

Já que o ano de 2016 começou para valer nesta semana depois das férias e do carnaval, vamos nos acostumando a andar pelas ruas de João Pessoa tomados de eleitores dos três mais importantes ambientes de movimentação do Produto Interno Bruto da cidade – pela ordem, Prefeitura de João Pessoa, UFPB e Unimed João Pessoa, todos com disputa intensa pelo comando de cada um desses organismos de grande força a mexer a vida de muita gente.

A maior das disputas, sem dúvidas se dará na PMJP com os pré-candidatos ocupando espaços mas, por força da mera coincidência de datas, nesta terça-feira de reunião no CONSUNI – Conselho Universitário, começamos a avaliação do processo pela UFPB.

QUATRO CANDIDATURAS POSTAS E A POLEMICA

As atenções se voltam para a reunião do CONSUNI nesta terça-feira quando serão definidas as regras da consulta à comunidade universitária na eleição de escolha da gestão na Reitoria da UFPB, atualmente sob comando da professora Margareth Diniz – candidata à reeleição.

Além dela, estão pré-lançados o professor Valdiney Gouveia, do curso de Psicologia, professor Luiz Junior, do Centro de Educação, e mais recentemente a professora Monica Nobrega, do CCHLA.

DO QUE SE TRATA

Nesta data vão ser definidas datas da consulta, distribuição de Urnas Eletrônicas, estrutura da Comissão Eleitoral. O ponto de maior polêmica se dará em torno da pauta na qual o CONSUNI decidirá se aprova ou não a participação dos servidores da EBERSH – empresa criada pelo Ministério da Educação para administrar o Hospital Universitário da UFPB.

QUEM SÃO E O QUE REPRESENTAM

A novidade mais recente do processo eleitoral se efetiva com pré-lançamento da candidatura de Mônica Nobrega tendo como vice a professora Maria Luiza Alencar, do CCJ, como vice.

Trata-se de uma candidatura que representa a inquietude intelectual do CCHLA – leia-se Humanas e Letras com a interlocução com a área Juridica.

Em tese, ainda significa uma candidatura em observação para saber que dimensão tomará de agora em diante.

PROFESSOR VALDINEY GOUVEIA

Titulação não lhe falta nem o discurso de que representa a alternativa na disputa longe das referências normais em eleições na UFPB, como proximidade político – partidária, ideológica, etc.

Busca se consolidar como novo, mas dos meses de pre-lançamento até a presente data pouco apresentou como agregação eleitoral de força e expressão.

A OPOSIÇÃO DURA DO PROFESSOR JÚNIOR

O professor Luiz Júnior é quem no tabuleiro presente mais se aproxima e representa a Oposição forte contra a gestão atual da Reitoria.

Como ex-chefe de Gabinete do ex-reitor Romulo Polari, anterior a Margareth Diniz, ele abriga e atrai para si movimentos em busca de consolidar todos os apoios possíveis existentes à anterior candidata de Polari, professora Lúcia Guerra, como sendo o sucessor da principal base de Oposição. Ainda falta.

Ele foi buscar no Interior, em Bananeiras, a Vice e professora do CCHSA, Terezinha Martins, já oposição, com conjugação com o CCA de Areia, Djail Santos, e CCAE de Mamanguape/Rio Tinto Angeluce Barbotin.

Luiz Junior ainda vai precisar agir mais forte para se fortalecer em áreas como Saude, CT, CCSA, etc, até mesmo porque em seu Centro, o de Educação, não tem o apoio geral. Afora tudo isso, conviverá com o saldo também de quem foi Situação até bem como tempo e as possíveis criticas de seus adversários.

Em síntese, a dados de hoje é o nome de maior exposição na Oposição pelo apoio recebido de Polari e da diretora do Sintespb, no caso do EBSRH e na campanha em si.

O SIGNIFICADO DE MARGARETH

Ela chega ao processo de reeleição sem perdas na formação dos apoios nos diversos Centros da eleição passada e se coloca no alvo maior, como sempre é dado existir para quem é Situação. Tem adversários, criticas, mas os números que dispõe para o debate e deve apresentar lhe animam, e aos seus aliados, pelo volume de resultados que diz possuir.

Margareth Diniz se diz convicta de que, diante da grave crise econômico – financeira com alta retração de recursos, mesmo assim dispõe de um conjunto de ações nos campos da Graduação, Pós-Graduação e Extensão somente afeito à quem reúne resultados acima da média.

Ela precisará encontrar um Vice com densidade eleitoral capaz de agregar mais diante da decisão de Eduardo Rabenhorst de se afastar para fazer pós Doc na Europa.

Este é um aspecto fundamental nos primeiros dias de campanha e, ainda assim vai precisar saber o que dizer do seu antecessor, principal cabo eleitoral de Luiz Júnior. Há burburinhos fortes nos bastidores.

Em síntese, a composição político – ideológica e a influencia dos diversos segmentos, além dos professores, se somam à proposta de convencimento de Projeto junto à Comunidade universitária. Ainda não há pesquisa registrada, mas não é demais admiti-la como no páreo forte da reeleição.

Por fim, vamos aguardar o saldo da decisão desta terça-feira porque vai aquecer o debate e o inicio da eleição para Reitor(a).

EM TEMPO

Como ocupei muito espaço com o tema da UFPB, vamos deixar os temas da PMJP e da UNIMED/JP para já já.

ÚLTIMA

“O olho que existe/ é o que vê…”
 

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