São assuntos extremamente diferentes, mas nos provocam a buscar entender sem arrodeios a realidade atual do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, de ter que produzir um ajuste na equipe de assessores diante da necessidade que secretários / vereadores têm porque precisam se desincompatibilizar em face do processo de reeleição. No caso da sucessão na UFPB é outra natureza muito diferente, mas de muita importância também.
No caso de Luciano Cartaxo, o cenário é de controle absoluto mas ele já trabalha com as projeções de saída da equipe do Secretário de Comunicação, Marcos Vinicius, do presidente do IPM, Pedro Coutinho, e do diretor do PROCON/JP, Helton Renê. Há ainda a vacância da Pasta Adjunta da Comunicação.
CENÁRIOS E REALIDADE
Luciano matuta nomes de perfil à altura dos titulares/vereadores porque cada um do seu modo soube chegar até aqui com resultados.
Três Pastas complexas e importantes (Comunicação, Previdência e Consumidor) com Marcos, Pedro e Renê apresentando resultados expressivos.
Dos três o da Comunicação é o mais nevrálgico porque qualquer erro de conduta operacional nas relações com sociedade e veículos pode gerar perturbação que a dados de hoje Marcos soube conduzir.
POLITICA E JOSÉ MARIA DE FRANÇA
A indicação de volta de Adalberto Fulgencio não surpreendeu, mas muita gente na prefeitura e fora dela indagou porque o operoso e testado Secretário Adjunto, José Maria de França não foi contemplado com a missão de comandar a difícil pasta da Saúde.
A política exige confiança e isto José Maria já demonstrou saber usar, mas é um quadro de valor aquém de sua capacidade de resultados.
A ELEIÇÃO NA UFPB
A reitora Margareth Diniz tem produzido os mais fortes movimentos internos no processo de sucessão na UFPB em 2016. Será preciso entender a data da eleição a ser consolidada pelo CONSUNI ainda em fevereiro, da mesma forma que se faz indispensável saber quem de fato são os outros candidatos.
No sábado, 29, a reitora deu demonstração de que ampliou seu grupo de apoio.
A QUESTÃO DO VICE
Segundo declaração dada pela reitora ao portal WSCOM, em quinze dias ela pretende definir depois de exaustiva consulta e entendimentos o nome que substituto Eduardo Rabenhorst que, por decisão unilateral, não quer mais disputar pois vai se dedicar a um Pós Doc.
O nome a ser escolhido tem valor emblemático porque certamente terá como critério a capacidade de agregar mais e ter uma imagem de reforço ao momento da campanha.
NOME NOVO NO PROCESSO
Nos bastidores, de uns dias para cá surgiu o nome da diretora do Centro de Humanas e Letras (antigo CCHLA), professora Monica, como possível candidata. Aguarda-se o desfecho para os próximos dias.
EM TEMPO
Estamos levantando dados sobre os demais candidatos, em especial professor Luiz Junior.
ULTIMA
“Chove lá fora e aqui/ faz tanto frio…”


