Os efeitos da Gestão de Crise de Ricardo Coutinho

O universo político começou a segunda quinzena de Janeiro com fartura de fatos a aquecer os bastidores. O tema mais explorado, sobretudo pela Oposição, diz respeito às medidas publicadas em Diário Oficial pelo governador Ricardo Coutinho constituindo normas e equipe para administrar o tempo de crise.

Embora a Oposição exerça seu papel critico, no frigir dos ovos quem age com responsabilidade e bom senso é o governador ao não fugir de sua responsabilidade, portanto, criar uma Gestão de Crise é medida acertada.

Não tem jeito; quando a Receita começa a ser ameaçada pela Despesa, ou corre, estanca e renegocia o que for possível ou, aí sim, conviver-se-á com o Caos.

Ao chamar o feito à ordem, o governador adota medidas fundamentais para construir o salto adiante da Crise a afetar os grandes referenciais de Capital, em especial as gestões estaduais e municipais.

As ações de RC bem lembram o pós-guerra na Alemanha onde até manteiga de valor menor foi poupada.

A rigor, Ricardo dá nova demonstração de Gestor capaz afinado com as normas básicas de gestão pública tocada com zelo e decisão.

No mais é discurso e destempero.

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