O primeiro programa eleitoral dos candidatos a presidente da República nesta terça-feira não trouxe nada de excepcional do que se imaginava. Ficou evidente que o enfrentamento maior ainda sem a aparição de Marina Silva esteve assinalado entre os candidatos Dilma Rousseff e Aécio Neves coadjuvado pelos demais candidatos em conceitual critico tipico dos pequenos partidos com base ideológica.
Há que se realçar o programa do PSB homenageando Eduardo Campos com imagens e falas dele ainda candidato. Aliás, a maioria dos candidatos ou partidos trouxe à baila referências ao lider morto. Chamou a atenção a fala de Aécio logo no inicio do programa lembrando lutas comuns, mas impactou mais o depoimento de Lula no programa de Dilma tratando sua relação de pai e filho incorporando o slogan de que ninguém vai desistir do Brasil.
No exame sereno de todos os candidatos, ficou evidente, muito claro, que do ponto-de-vista de tempo, estética e discurso a candidata do PT gerou performance diferenciada pontuando falas, cenas externas com populares e dados estatisticos da economia e programas sociais dando-lhe nivel e valor como representante de um projeto de resultados.
Este é um dado muito importante porque se contrapoe à exposição e criticas de Aecio Neves, sobretudo, que ocupou o programa para desancar os quatro ultimos anos do Governo Federal como que responsavel pela desorganização economica beirando à inflação – exatamente o oposto do que apresentou sua principal adversária.
A impressão é de que as criticas devem se manter, inclusive entre os partidos nanicos diante dos problemas registrados na saúde, segurança publica mobilidade urbana, etc, permitindo a possibikidade do telespectador e ouvinte fazer seu juizo de valor levando em contao contra-ponto bem exibido pela candidata do PT, até porque ela dispõe de maior tempo em relação aos demais concorrentes.
Tenho dito.