{arquivo}O governador Ricardo Coutinho anunciou em convenção no Forrock lotado que, além do PSB – seu partido, que ele terá na campanha à reeleição o apoio do PT, DEM, PPL, PDS, PRTB, PSL, PRP, PV e PC do B, uma sopa de letras no bom sentido, mas que será esse contingente com quem ele passa a contar a partir de hoje.
Com todo o respeito à importância dos partidos, sem o PT na parada certamente que a magreza de apoio partidário seria muito mais notada, sobretudo porque o Partido dos Trabalhadores chega com discurso unido, 13 a 1, sob a liderança do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo.
De todos os fatos políticos tentados por Ricardo nenhum deles teve maior impulso ou importância eleitoral e emblemática do que a do PT e de Luciano Cartaxo.
Ao manter, e se de fato nada acontecer até as primeiras horas desta terça-feira, o PT será o partido pole posicion, mesmo reconhecendo-se a relevância dos demais, em especial o PSB.
O grande lance a partir de agora é saber como ficará a cena pós convenção porque o PT nacional precisará homologar a convenção festejada nesta segunda-feira.
É deste contexto ainda inconcluso que saberemos dimensionar o arco de alianças do governador.
Independentemente, para quem tem muito poder, estrutura e força o tamanho da coligação está muito aquém do que produziu, trabalhou e queria o governador.
Vamos aguardar as novas cenas do PT para compreendermos o enredo da disputa de 2014.
Em síntese, o governador se mantém na cena com tamanho menor do esperado.
SEM CONFIANÇA DA MAIORIA
Embora o PMDB tenha conversado com RC e Cássio sobre aliança, depois de finda esta etapa e tendo, ato continuo, o senador Vital do Rego como candidato pemedebista ao Governo, já é possível atestar que Cássio atraiu o maior números de partidos, vários de médio para cima (PTB, PP, PR, PSB, PRB, etc) fazendo implodir tantas tentativas de Ricardo atrair nomes ou legendas mais robustas.
O saldo de tudo é fruto da forma de tratamento dado por ele à classe política gerando enfrentamento e desgaste permanente, por isso nesta fase de agora, muitos resolveram não mais querer dialogo com ele.
EFRAIM PODE SER O VICE
Embora não anunciado, há forte especulação no sentido de apontar o presidente do DEM, Efraim Morais, como provável candidato a vice na chapa liderada pelo governador Ricardo Coutinho.
Durante todo o dia, este foi um assunto festejados pelos Democratas.
O CASO DEM E PT
Embora possa haver com considere isto muito complicado, é possível admitir que esta “engenharia forçada” aconteça em outros estados, mas é preciso levar em conta o fator do DEM paraibano ser liderado pelo ex-senador Efraim Morais.
O presidente do Democratas é simples inaceitável próximo – no bom ou mau sentido, porque o PT responsabiliza o senador pelas grandes crises vividas por Lula, o partido e outros lideres, a partir da CPI dos Correios, por não perdoam, melhor dizendo, não querem conversa nenhuma com ele.
Bom, possa ser que na Paraiba o caso seja diferente, por isso vamos aguardar.
ULTIMA
“Cada um dá o que tem…”