Novo Secretariado mostra magreza de RC

{arquivo}O governador Ricardo Coutinho apresentou a nova composição do seu Secretariado expondo nomes de sua inteira confiança, mas sem densidade eleitoral necessária e/ou como se esperava acontecer com figuras representativas de novos partidos aliados, que não se consumaram.

Traduzamos para o bom entendedor: esperava-se que nessa Reforma estivessem contemplados partidos como Solidariedade, PSC, PTB, etc diante das negociações que vinham sendo feitas nos bastidores, entretanto, na prática nada se efetivou, ou seja, o esquema do governador se mantém sem robustez esperada.

Ora, se ele opta por perfil técnico, a exceção de Carlos Antonio (Articulação) e Gilma (Interiorização), o novo Secretariado sequer agrega nomes do DEM liderado pelo ex-senador Efraim Morais passando assim a ser outra incógnita dos Democratas no futuro e na conjuntura eleitoral à vista.

Aqui não se trata de desqualificar os nomes técnicos de Ivan Burity (Chefia de Governo), Tarcio (Finanças), João Azevedo (Suplan e PAC) e Carlos Alberto Dantas (Infraestrutura) mas é que, se a reforma existiu para compor melhor condição política, e esta se dá sem apresentar nomes agregando peso eleitoral ao esquema do governador, logo é óbvio deduzir que as articulações falharam no tamanho esperado.

Se isto é verdade, e o é, logo haverá de ser concluído que o esquema do senador Cássio Cunha Lima se mantém forte nas articulações impedindo que muitos dos partidos e lideranças em entendimentos com o governador debandassem para o campo situacionista.

Em síntese, a reforma mostra que apesar de montado em grande estrutura financeira, o governador não conseguiu atrair peso eleitoral para esta fase da pré-campanha. Um sinal ruim para suas pretensões.

 

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