{arquivo}Em pleno dia de reverências ao impulso e importância do papel da Mulher na humanidade, ainda haveremos de reconhecer que as conquistas estão distantes em boa parte do planeta, onde perduram sistemas sociais retrógrados reproduzindo atrofias seculares por conta de Culturas medievais em curso. No Ocidente, não. Há de fato avanços concretos, não só em normas, mas na consciência e cultura movidas hoje pelos Homens, a razão de convivência e reprodução humana ao lado da Mulher, não mais acima de qualquer coisa.
O brinde cultural desta data, oferto ao significado de Claire Simone (Cate Blanchett ), personagem do filme “Os Caçadores de Obras Primas”, em cartaz no MAG Shopping, produção fantástica sobre a luta particular de um grupo de oito homens voluntários, conhecedores das Artes, e que se prestaram a fazer da Segunda Guerra Mundial a oportunidade para impedir que Hitler levasse para uso pessoal milhares de Obras de Arte famosas, a partir de auxiliares ladrões em palcos da França, Alemanha, etc.
É ela quem, a partir de Paris, cataloga e conhece o rumo a ser dado ao roubo de Obras fantásticas em minas escondidas na Alemanha, boa parte delas resgatadas por uma equipe de voluntários comandados Frank Stokes (George Clooney), responsável pela montagem de um grupo fora do Exército para salvar as Peças das mãos e gana de Hitler.
Em nome do papel cumprido por ela, vamos brindar todas as cinéfilas indormidas do amor, em especial de quem Mira o mar, na missão de manter o cinema como reprodução da cultura qualificada da humanidade.
POR QUE O FOLIA DE RUA FICOU DE FORA?
{arquivo}Como muitos, tomamos conhecimento através da WSCOM, que o governador Ricardo Coutinho segue na próxima terça-feira para uma missão especial de atrair Público e Negócios na direção de um grande evento em Campina Grande, o Maior São João do Mundo. Mas, no embalo, chama a atenção o desprezo que Sua Excelência deu ao Folia de Rua, principal evento de João Pessoa, esquecido na bagagem propagandística de Ricardo.
De qualquer forma, não se pode negar a importância da atitude do governador de incentivar platéias externas para consumo de nossa cultura.
Mesmo assim, lembremos: Depois de não querer nada o evento no primeiro ano de Governo (Veneziano, prefeito), apoiando pouco no ano seguinte (Romero Rodrigues) e ter participado com R$ 800 mil para bancar a presença de Luciano Huck num sábado próximo do São João, eis que Campina passa a ter no governador um propagandista qualificado como nunca se viu.
É evidente que tudo se dá por força da crise política estabelecida com o senador Cássio Cunha Lima, com quem anda rompido sem ainda ter havido a oficialização, expondo a determinação do governador de “peitar” seu futuro concorrente em sua principal base, como a dizer que a cidade não tem dono. É atitude corajosa que deve estar sendo tratada no seio Cunha Lima como provocação, e sendo assim vai haver revide.
Ora, quando só parlamentar e candidato a prefeito, Ricardo fazia do Folia de Rua seu principal porta-estandarte, como de sorte a Cultura, entretanto, ao estar diante das melhores condições de “vender” aos gringos a beleza de nossa Folia, eis que ele se esquece e pouco dá de importância ao que já lhe foi útil.
Ainda há tempo de corrigir, se é que a turma vai ter tempo de providenciar Folheteria às pressas.
Poxa! Até quando esse descompasso?
ÚLTIMA
“A gente não quer só comer
A gente quer prazer
Pra aliviar a dor…”