Pernambuco, o Carnaval máster e o modelo original

                                                         Aos amigos e enamorados do Carnaval

{arquivo}RECIFE – Quem chega à Capital de Pernambuco não há como deixar de se deparar com a espontânea identidade de seu povo avisando à quem interessar possa, que o Carnaval em seu devido tempo, é a maior expressão de sua auto estima de um povo vanguardista, desde os primeiros momentos de Colônia até os dias atuais com um cardápio e organização carnavalescos de tamanho e tope internacional, mesmo que fincada esteja sua identidade com o Frevo e Maracatú sem igual no Planeta.

As novas gerações de trato e gestão cultural de Pernambuco a partir de Recife, mais a inserção de planejamento sofisticado com o showbusiness em torno dos movimentos organizacionais do Carnaval, transformaram a obra – prima do Frevo, Maracatú, os Tambores, Liras, etc num mote tomado de embalagem estrutural típica de grandes referências enquanto cultura de eventos também.

É simples: ao invés de restringir diante de sua identidade cultural sabida, a gestão cultural de Recife resolveu ampliar o processo consolidando dezenas de Polos a envolver todos os ritmos musicais e artísticos, que em tese nada têm a ver com o Frevo – e de fato não têm, mas que , com dosagem bem resolvida, pode e atende a todas as Tribos envolvendo-as durante o carnaval pernambucano.

Em 2014, a organização manteve o cuidado com a estrutura dos serviços básicos ampliados em patamar de resposta imediata ao improviso do acidente qualquer fazendo das áreas de grande visitação pública um ofertório de bases de Saúde, Segurança, etc, para folião nenhum botar defeito.

Em estilo e tamanho estrutural de Evento Internacional, Recife abusou soberanamente da inclusão dos vários ritmos, como a despojar definitivamente a Pluralidade como marca de um festejo onde o Rei Frevo sabe conviver divinamente com todas outras manifestações ao gosto do freguês e/ou das gerações.

Mas, em tudo, o fundamental é conseguir fazer a sociedade de Pernambuco e de fora dela, entender que o Estado até pode sobreviver sozinho com tantos valores musicais em torno dele, entretanto, como alma rejuvenescida dos tempos modernos, concebeu sem pecados que com mais abertura, capilaridade e abrigo das diferenças, até assim o dono do pedaço, o Frevo, se sente mais reconfortado na realeza da Cultura Universal de quem sabe ensinar a tolerar e conviver com outras manifestações. Indistintamente.

Talvez seja esse o segredo que tipifica o slogan propagandística do Carnaval apresentando – o como “Sem Igual”.

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