{arquivo}O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, consolidou ao conceder reajuste aos professores na ordem de 8,32% a manutenção de inatacável política de valorização do magistério municipal em patamar tal que se gaba de aplicar o maior salário base no Norte e Nordeste. Neste momento de avaliação ainda vamos abordar a forma intolerante do presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, quando do julgamento de embargos infringentes (recurso aplicado a quem tem placar apertado na votação anterior) do famoso Mensalão.
No caso de Luciano Cartaxo, há que se adicionar, de acordo com estudos e previsão apontada pelo próprio prefeito, que já em julho próximo haverá o adicional de mais 3% de acréscimo no contra-cheque do professor elevando o patamar de reajuste para 11,32%.
Se reparar direito, o prefeito tem adotado medidas impactantes em torno da Educação, desde quando adotou o Passe Livre para estudantes da rede municipal, algo inovador nas gestões públicas, além das ações freqüentes de construção ou reforma do aparato estrutural das escolas dando o requinte de algumas delas estarem aclimatizadas.
Pelos dados do operoso secretário Luiz Júnior, ainda há em curso a construção das CREIS – famosas creches do passado como fomento e/ou reforço aos estudantes de origem mais humildes para permitir que os pais disponham de abrigo adequado aos filhos menores enquanto se viram no trabalho.
Com ações desta natureza, Luciano Cartaxo desmoraliza o discurso de adversários que confundem a necessidade de investir em Cultura, Eventos e Lazer através do futebol com prática festeira, que não o é, além de avançar em questões básicas como é a Educação.
A ARROGÂNCIA E INTOLERÂNCIA DE JOAQUIM
O presidente do STF, Joaquim Barbosa, voltou a dar demonstrações inequívocas de total despreparo para comandar uma Corte do tamanho do Supremo com equilíbrio indispensável no trato dos pronunciamentos alheios dos demais membros da instituição zelosa pela Constitucionalidade no Brasil.
Diante do voto do Ministro Luiz Barroso desqualificando o crime de formação de quadrilha de alguns réus do Mensalão, a exemplo de José Dirceu, Delubio Soares, José Genoino, etc, o ministro Joaquim Barbosa perdeu a compostura e partiu para o ataque injustificável a quem lidera e exerce um cargo de comando.
Na verdade, cada vez mais fica claro o comportamento do presidente de exercer um papel ditatorial querendo impor seus conceitos sobre temas e teses polêmicas, como as que estão em torno do Mensalão, sabendo-se há tempo que alguns dos réus foram condenados sem uma única prova concreta.
Eis a frágil opção que os setores conservadores do Pais criaram para fazer frente ao projeto de reeleição de Dilma Rousseff mostrando facilmente que ele não tem preparo para comandar uma Nação do tamanho e complexidade do Brasil.
UMAS & OUTRAS
…A decisão do administrador de empresas Gustavo Nogueira de deixar a Secretaria de Planejamento, como previu o portal WSCOM, apenas consolida sua postura de aliado e partidário do PSDB de todas as horas.
…Outro que toma idêntico caminho de solidariedade ao senador Cássio é William Tejo Filho.
…Já Ricardo Barbosa, Antonio Alcântara e Temi Cabral discreparam de seus passados com intenso envolvimento com os Cunha Lima rompendo essa condição ao ficarem com o governador Ricardo.
…Ronaldo Cunha Lima se fosse vivo estaria amargando imensa decepção.
…O vice-prefeito Nonato Bandeira se mantém altamente informado.
…A sucessão na UFPB já começou. Tem pró-reitores da gestão Margarete Diniz, a exemplo de Orlando Vilar, abertamente candidato.
…O ex-governador José Maranhão está de volta depois de exitosa cirurgia de próstata.
…Manoel Junior tem crescido na quota do PMDB com a proximidade registrada ao deputado Eduardo Cunha.
ULTIMA
“Vai passar pela avenida um samba popular…”