A grandeza cultural e de gestão de Pernambuco

RECIFE – A versão 2014 do Bailo Municipal de Recife esteve simplesmente fantástica, se levarmos em conta a auto estima elevadíssima dos pernambucanos (e agregados), a competência organizacional do evento, o formato de comemorar o Cinquentário só com artistas da terra e, sobretudo, a adesão popular.
Imaginem que, para comemorar 50 anos do Baile, não foi preciso chamar ninguém de fora – à exceção de Elba

Ramalho já sentindo Pernambuco, posto que todos os demais músicos e programação esteve ancorado, ora pela orquestra do Maestro Foro, da Bomba do Emetério, da mesma forma que na sequencia Maestro Spok e sua magistral orquestra.

O fato é que, no ano de homenagem ao fantástico Antonio Nóbrega, todo o Chevrolet Hall, esteve deslumbrante, superlotado e com uma alegria contagiante porque a programação expunha os melhores valores de Pernambuco em pleno palco com coroamento ao ícone Alceu Valença.

Se reparar bem, os 50 anos do Baile detona uma historia continua com muitas contribuições, agora correndo risco de intromissão.

Voltaremos ao assunto.
 

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