{arquivo}O senador Cássio Cunha Lima chegará até o último dia de 2013 cumprindo com o que prometera, até mesmo no Horário Eleitoral do PSDB: este ano é de garantia de trabalho aos governantes sem perturbá-los e, próximo ano, aí sim avaliará compromissos assumidos na campanha de 2010 devendo com base na execução dos projetos prometidos a definição sobre seu rumo político, ou seja, se manterá a aliança com o governador Ricardo Coutinho, se assume candidatura própria ou apoia outro nome, na hipótese de não ser candidato.
Cássio “esticará a corda” até o último segundo do tempo disponível para anunciar seu desligamento ou não da relação com o Governo do Estado, embora esta seja uma hipótese antes fora de perspectiva mas, ultimamente, com muita força de existir.
Maduro, visivelmente afetado pelas adversidades enfrentadas nos últimos tempos, motivado com a nova relação de convivência no Senado Federal e comprometido com o projeto Aécio Neves, Cássio se dependesse dele ficaria na órbita nacional, entretanto, não consegue se desvencilhar de cobranças de Cabedelo a Cajazeiras para que assuma a candidatura ao Governo. Nos últimos dias, em Brasilia, ele tem confirmado essa possibilidade a muitos prefeitos.
Só que há pendências, mesmo com o aceno de sua equipe jurídica de que sua elegibilidade é ponto pacifico, mas não é porque há entendimentos de outros advogados dizendo o contrário, por isso sua preocupação em dirimir essa duvida no TSE no inicio do próximo ano.
O certo é que, antes havia apenas uma hipótese – o da manutenção da aliança, só que ultimamente a da candidatura própria tomou muita força, embora ele só irá assumir de vez no inicio do próximo ano, após avaliação das promessas e efetivação pelo governo Ricardo.
Até a hipótese de um outro apoio político entrou na admissibilidade, algo que confirma a projeção lógica de um afastamento futuro da relação com o governador.
Quem viver, verá.