{arquivo}Embora saiba que possam ser mantidas dificuldades localizadas para a construção de uma unidade pluri-partidária já agora na sucessão governamental, o ex-prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital, desfruta de um tom visionária sobre o futuro em 2014 com base em fatores consistentes: 1) se não for agora haverá união das Oposições no segundo turno; 2) considera o atual Governo frágil pelo conjunto do que prometeu e não fez; 3) é inadiável a existência de um projeto exeqüível, mas ousado, para tirar a Paraiba do atraso.
Entre tantos assuntos abordados, esses chamaram a atenção na visita que o governamentável do PMDB fez ao Grupo WSCOM nesta quinta-feira pela manhã muito envolvido em estratégias para ampliar sua pré-candidatura.
Veneziano busca no passado, na referência de seu avô, Pedro Moreno Gondim, ex-governador do Estado da Paraiba uma parte de sua obstinação em busca do Palácio da Redenção prevenindo-se das tentativas adversárias de criar obstáculos jurídicos à sua candidatura, mas ele tira de letra.
“A luta de meu avô também traduziu a imperiosa necessidade de superar adversários maldosos, inescrupulosos, mas eles os venceu com projeto e ação de Governo em favor dos paraibanos, algo que pretendemos fazê-lo com mesmo grau de dedicação, por isso não temos a maldade adversária”.
Na análise da conjuntura, ele diz convicto de que o cidadão e cidadã paraibanos já criaram convicção de que, primeiro, o governador é um homem mau e, segundo, prometeu tudo e fez quase nada como acha que vai provar nos debates à frente. “Não fosse obras e projetos deixados pelos antecessores, o saldo do atual governo seria zero de iniciativas próprias”.
Dentro de um contexto macro, ele anda atento e buscando diálogos com os diversos setores da sociedade para expor uma proposta de ação governamental que ultrapasse a condição de meras promessas, nesse caso quer inovar quando chegar a hora de mostrar o conjunto de estratégias e propostas para o Estado.
Sobre as relações políticas, ele diz estar seguro da unidade do PMDB – algo que lhe remete a dialogar com outras legendas devendo na hora precisa construir a unidade indispensável. Ele sabe da resistência dos Ribeiro em Campina, mas acha que nada pode ser maior do que a necessidade de tirar a Paraiba do atraso.
Apoiador de Dilma, ele espera que o PT abrigue mesma reciprocidade que o PMDB assegura à governabilidade e reeleição da presidenta, por isso diz que chega ao final do ano de 2013 seguro de ter superado uma etapa difícil de consolidação de seu nome na disputa partindo agora para ampliar as condições de vencer o projeto em curso de maldade e atraso em voga no Governo. “Já há pesquisas do pessoal do governo mostrando que numa disputa direta conosco temos margem de vitoria expressiva”.
Seja quando e como for, Veneziano não se afasta dos ensinamentos do avô para construir o amanhã de superações e vitória. Esta sua senha para 2014.
