{arquivo}Logo cedo aprendi com a lucidez de minha mãe, Maria Júlia (in memorian), que na vida se faz fundamental ouvir a todos para gerar um conceito de valor sobre tudo, inclusive envolvendo a reputação das pessoas. Esta é a base central de minha convicção de gente lutadora, destemida e disposta a muitas lutas, inclusive para mostrar ser possível conviver com informação e poder respeitando a todos, mas com posição firme e forte.
Trocando em miúdos, este é o conjunto de valores que conduzo comigo em todos os níveis, inclusive quando nos deparamos com supostas “aulas” de comportamento no jornalismo tabajara – especificamente nos dirigindo ao jornalista Janildo Silva, do Clickpb.
Injustamente, sem base moral para me fazer qualquer suspeita de procedimento, indaga em sua coluna no referido portal o que poderia estar por trás de decisão particular de expor à Paraiba os dados fundamentais e incontestáveis sobre a conduta do Clickpb em relação à Link Data, empresa de TI, idônea, e alvo de ilações sem direito ao contraditório pelo “professor” da moral e cívica.
Respeito o trabalho profissional de Janildo mas jamais levarei para casa tamanha insinuação maldosa, comumente usada contra outros, mas que a mim resta tão somente repor a verdade.
Disponho, como a ele foi disposto, de inúmeras certidões da referida empresa, que alias não tenho relação nenhuma com seus diretores e proprietários pois os conheço a poucos dias, a partir de organismos como STJ, TCU, TCE DF, etc provando que inexiste envolvimento da Link com escândalos, de qualquer natureza.
A praticidade e a verdade da vida podem ser comprovadas no fato de que esses tribunais, todos, mantêm a Link como empresa principal na prestação de serviços na área de TI. Além do mais, como não foi posto como informação, o contrato com o Governo do Estado foi alvo de licitação pública, sem maracutaias, aliás tratando-a pelo que fiquei sabendo, de pactuar a aquisição de serviços na ordem de R$ 3 milhões, mesmo tendo ganho na legitimidade o edital no valor de R% 54 milhões.
Em síntese, não tenho como me intimidar com o “jornalismo” ameaçador de setores da mídia que arvoram para si a condição de paladinos do que não são.
Reproduzir esta realidade nua e crua é condição de que não abro mão, apesar dos pesares e de quem quer que seja.
Respeito a todos e, por isso mesmo, não abro mão de ser assim tratado.
É simples e definitivo.
PARA REFRESCAR A MEMÓRIA
{arquivo}Ao longo dos últimos tempos, temos sido um dos raros analistas políticos a defender o direito do ex-Ministro da Casa Civil, José Dirceu, de exigir provas do STF, especialmente do seu acusador presidente Joaquim Barbosa, de que teve real envolvimento no chamado Caso Mensalão.
Quando tudo passou a ser combustível de setores da Grande Midia fiz o que poucos profissionais se deram ao trabalho de fazer: fui em busca de todo o processo sobre Zé Dirceu lendo-o inteiramente.
A partir deste gesto lendo tudo sobre o caso identifiquei que, apesar de quebra de sigilos fiscal, bancários e telefônico, não há uma única prova contra o ex-ministro.
O próprio Joaquim Barbosa admitiu isso na leitura de seu voto, mas preferiu em nome de outros princípios quebrar paradigmas do Direito quem sabe satisfazendo à elite da Avenida Paulista.
Pois bem, de lá para cá enfrentei muitas agressões mas não abro mão de minha convicção exclusivamente baseada nos autos e somente só.
Dito assim posso apenas lembrar que na vida é preciso ter atitude firme, mesmo quando os jogos e interesses tentam se impor acima da realidade.
Desta forma me conduzirei buscando errar menos, de me aproximar mais dos valores cidadãos, mesmo com a cara feia de que não tenho medo nenhum.
ÚLTIMA
“Luiz respeita Januário/ Luiz respeita Januário…”