{arquivo}Vamos combinar o óbvio: toda nossa gente tem neste domingo uma possibilidade singular de unir forças para torcer e ver o Botafogo de João Pessoa passar pelo Central de Caruaru, neste domingo à tarde, quando o Estádio Almeidão serve de palco desta ambição muito importante na direção do futuro de nosso futebol.
É certo que o Botafogo está em desvantagem porque foi goleado em Caruaru em partida na qual jogou melhor no primeiro tempo, portanto, precisa de dois gols de diferença para dar o salto adiante, indispensável ao contexto de expansão da fama do tricolor como forma de manter uma cidade inteira em êxtase futebolístico.
AINDA A POLITICA
Via Facebook, o empreendedor José Magliano passa parte do tempo expondo conceitos horríveis sobre algumas lideranças políticas no Estado. Anda, ao que parece, com ódio pela pouca convivência e/ou êxito na proximidade com essa gente que ajudou em fases passadas. O que ele diz não se expõe porque é duro demais.
Este posicionamento de Magliano chega quando da leitura de “Celso Furtado e a dimensão cultural do desenvolvimento” – coletânea que temos lido com interesse para compreensão do presente, quem sabe entendendo as projeções de futura.
PREDOMINANCIA TENTADA
Nas análises, chamou-me a atenção um corte feito em torno de Antonio Gramsci quando trata da hegemonia política e cultural, cujos conceitos são importantes para entendermos o esforço de Dilma, Ricardo Coutinho, Luciano Cartaxo – só pra ficar em três lideres de escalas distintas – no esforço de consolidarem na sociedade seus projetos em larga escala (repito) visando sobreviver por mais tempo.
A hegemonia política depende muito e/ou é a face dependente da hegemonia cultural, da reprodução dos conceitos para mais gente o máximo possível, no sentido da dominação e maior tempo de existência dos projetos políticos.
É este contexto que faz a Oposição, ainda desencontrada e dispersa, a buscar construir o futuro do Poder no Brasil e na Paraiba.
ULTIMA
“Todo menino é um rei/ eu também já fui rei…