Os dramas de Aécio e as investidas do PT em Eduardo

O senador Aécio Neves convive há dias com a decisão do ex-governador de Sao Paulo, José Serra, de se preparar para deixar o PSDB diante da recusa da cúpula tucana de admitir uma Prévia Interna entre os dois lideres com vistas à candidatura presidencial. No paralelo, Serra tenta se aproximar de Eduardo Campos enquanto o PT nacional acatou sugestão de Lula e vai buscar fazer cenas e afagos ao governador de Pernambuco. 

Em demorada conversa, o senador Cássio Cunha Lima admitiu como um dos principais apoiadores da campanha de Aécio que o clima não é dos melhores diante da insistência de Serra de querer previa interna, algo que nem o senador mineiro nem o paraibano concordam. Por isso, trabalham com a hipótese de não contarem com o apoio de Serra.
 
Segundo Cássio, outubro é o prazo fatal porque desse mês não passa para as definições das candidaturas nos vários níveis, em especial da disputa presidencial.
 
Afora essa barra criada pela relutância do ex-governador, Aécio ainda não conta com o apoio publico do governador Geraldo Alckmin, tanto  que este desfez de visita a Ribeirão Preto com o senador mineiro para não desagradar Serra.
 
Se tudo isso fosse pouco, ainda tem os efeitos das denuncias de cartel nos metros de São Paulo, algo que afetará as campanhas tucanos, especialmente de Aécio.
 
O FOCO EM EDUARDO
 
A partir desta semana em diante é muito provável que seja deflagrado de forma intensa gestos e acenos em torno do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, pela presidenta Dilma Rousseff e o PT em nível nacional.
 
Trata-se de recomendação e estratégia defendida pelo ex-presidente Lula por considerar a conjuntura favorável à reapreciação diante do nao crescimento do governador pernambucano nas pesquisas.
 
Fonte próxima a Lula nos garante que é uma questão de dias o novo encontro do ex-presidente com Eduardo Campos. O líder petista ainda crê na possibilidade de ter o net de Arraes na campanha de Dilma.
 
EFEITO OS ESTADOS
 
Como ainda falta muito tempo para as definições de 2014, muitos especialistas admitem que em caso de recomposição de Eduardo com Dilma, sem duvidas nenhuma a negociação abrigara a realidade de alguns estados. 
 
Éo caso da Paraiba, onde nesse hipotético cenário certamente Eduardo exigira que em contra-partida o PT apóie candidaturas como a do governador Ricardo Coutinho.
 
ULTIMA
 
” Quem é do mar não enjoa…”

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