“Faça o Que Eu Digo Não Faça o Que Eu Faço”

As relações humanas têm por base a confiança. A credibilidade é imprescindível para que alguém possa ter um discurso ou pregação que possam ser aceitos como orientação. Para ter credibilidade é preciso, antes de tudo, ser íntegro e coerente. Coerência no “dizer” e no “agir”.

Quem diz uma coisa e faz outra, não pode ser referência para ninguém. O exemplo está nas atitudes e não nas palavras. Vivemos um mundo de contradições. Há um outro ditado popular que diz “falar é fácil, difícil é fazer”. Uma grande verdade. As palavras são proferidas com uma facilidade impressionante. No entanto, temos uma enorme dificuldade em agir conforme o que falamos.

Costumamos criticar coisas que fazemos. Antes de darmos lições de moral, devemos primeiro analisar nosso próprio comportamento. A sintonia entre o discurso e a prática é o que estabelece a firmeza do exemplo.

Quantas vezes nos enganamos com oratórias bem postas, mensagens bem elaboradas, enunciados inteligentemente formatados, porque emitidos por pessoas que não compatibilizam suas ações com as palavras proferidas. Muitos são falsos moralistas, outros são artífices da hipocrisia. Fazem uso da boa fé de outrem para enganar.

Faça o que eu digo, quando for para o bem, e não faça o que faço, quando for para o mal. Este é o verdadeiro sentido do provérbio. Daí a atenção que deve ser dispensada à coerência do agir e do fazer.

* Integra a coletânea de textos que intitulei “REFLETINDO A SABEDORIA POPULAR (ditados, expressões e provérbios)”.

 

 

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