{arquivo}A Universidade Federal da Paraiba, através de sua fundação de direito privado para projetos, pesquisas e captação de recursos públicos, acaba de se envolver num drama capaz de gerar muita dor-de-cabeça aos seus dirigentes, em especial o presidente Raimundo Barroso, porque alguns concursos atualmente em processo de realização em cidades como Sousa e Cajazeiras estão sendo questionados pelo Ministério Público e a Justiça estadual por vários problemas.
Nas últimas horas, por exemplo, o Ministério Público recomendou a suspensão da publicação do resultado do concurso público de Cajazeiras sob suspeita de que há necessidade de vários esclarecimentos.
Guardadas as proporções, quem também vive um drama com a suspensão de seu concurso é a Prefeitura de Sousa porque a Justiça tomara idêntica providência de suspensão por vislumbrar problemas.
Mas, o que o Ministério Público e a Justiça ainda não revelaram publicamente é se há de fato, como se comenta nos bastidores de Sousa e Cajazeiras, uma triangulação processual ilegal, ou seja, embora a FUNAPE tem estado com seu nome à exposição corre com força a versão de que uma empresa privada está comandando na prática os concursos em nome da Fundação.
A UFPB, aliás, precisa urgentemente se pronunciar sobre a questão uma vez que confirmada a triangulação certamente a instituição estará incorrendo em ilegalidade porque a FUNAPE não pode terceirizar serviços sem licitação.
É sério, muito sério o assunto daí a FUNAPE estar sendo convocada para esclarecer tamanho processo.
Quem diria!