A área de segurança do Vaticano e do aparato policial do Brasil deve andar em pânico com essa mania do Papa Francisco de quebrar o protocolo e se demandar na relação com as pessoas presentes ao maior evento da Igreja Católica dos últimos tempos, sobretudo depois de tantos pecados expostos por membros dessa instituição, mostrando que o Poder, o Cargo pode ser exercido despojado, como todos podendo se apresentar como humanos, normais.
Francisco tem reengrandecido a Igreja Católica com gestos simples e de hábitos comuns como ser referência entre seus Pares provando que o uso do veiculo de trabalho ou passeio entre os religiosos não precisa de grife nem ser potentoso porque a função de quem está com as demandas da Igreja requer mais caridade do que imponência.
De alguma forma, há setores da Igreja em Pânico com essas atitudes despojadas do Papa Francisco promovendo a mais forte reengenharia e encaminhamento doutrinário nos tempos modernos abrigando a todos mas sem esquecer a prioridade dos que mais necessitam, os pobres de vida econômica menor.
Não pode ser diferente a priorização do esforço em favor dos que mais precisam. A Igreja tem obrigação e dever de cuidar dos fiéis de uma forma geral, mas ao chamar para si o cuidado com os pobres se eleva no apego aos quereres de Deus.
A SIMBOLOGIA DO BRASIL EM CURSO
Certamente que teremos o maior cuidado para expor as coisas sem tom político – partidário, mesmo porque no Brasil contemporâneo há por parte de setores interessados uma ânsia de antecipação danosa da disputa de 2014 para os Governos, entretanto, não há como negar que nos últimos tempos o País passou a tratar mais e melhor dos descamisados, fora da inclusão social.
Nem mesmo diante da desestabilização imposta ou tentada pelos setores financeiros ortodoxos desacostumados com a redução de sua lucratividade, nem assim será possível negar a opção importante feita em tirar muita da exclusão social básica com direito a comida e renda básica.
Por isso, há semelhanças de cenários e simbologias entre a Igreja de Francisco e o Brasil de Dilma – ambos convivendo com práxis renovadoras mas enfrentando muitos problemas posto que não há mudança, mesmo que seja em favor da maioria, sem haver resistência e insatisfação dos que viviam com mais privilégios.
Neste particular, o Papa Francisco é a referência mais importante no mundo sobre como enfrentar desigualdades com ternura e firmeza.
ÚLTIMA
“Fazei-me instrumento de vossa paz…”