{arquivo}Vontade como tal dá e passa, mas na política nem sempre ela é resolvida assim tão depressa, por isso é preciso admitir e dar tempo ao tempo para enxergar se tem futuro mesmo as citações de bastidores de que o ex-prefeito Luciano Agra será uma opção como Vice da candidatura de Veneziano Vital em 2014.
Se dependesse de Vené, esta seria uma dobradinha do jeito que ele pensa, mas ainda é cedo, muito cedo, para tal confirmação porque Agra é nome que, se fosse pela turma mais próxima a escolha de vizinhança a ser pinçada como cabeça-de-chapa seria Cássio – este na hipótese de sê-lo candidato, algo que o senador reluta em ser.
Agra mantém esse charme político porque criou imagem positiva a partir de João Pessoa nos seus poucos anos de administração na Prefeitura. Chegou como vice em mandato tampão mas fez bonito nesse processo. É em face dessa condição positivo que seu nome não para de ser mencionado no futuro de 2014.
No caso especifico de Veneziano, manter a chama de ter Agra ou alguém desse porte é indispensável porque muito dificilmente seu vice sairá de outro lugar, que não seja João Pessoa em face do tamanho e do papel jogada pela Capital paraibana.
Ainda existem outros fatores a serem levados em conta, a partir da conjuntura nacional onde o PMDB tem papel importante diante do PT da presidenta Dilma Rousseff.
O fato é que dando tempo ao tempo a chapa Vené – Agra poderia ou pode dar esquente especial, mas por enquanto tudo não passa de especulação e de desejo para uns.
A POSIÇÃO DA OAB E A REFORMA POLÍTICA
Em visita ao Senado, onde manteve contato com vários parlamentares, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinícius Furtado, reiterou o apoio da Ordem à reforma política, uma das principais metas do PT, que vem se consolidando por meio da coleta de assinaturas para a criação de um Projeto de Lei Iniciativa Popular que o partido pretende apresentar ao Congresso.
A OAB fecha posição principalmente num dos pontos do projeto – o financiamento público das campanhas eleitorais. “Trata-se de um modelo caro, antidemocrático, que está na origem de muitos dos problemas estruturais que o Brasil e o Congresso enfrentam atualmente”, disse o senador Wellington Dias (PI).
“O resultado que sai das urnas, seja nas eleições para as câmaras municipais ou para o Congresso, acaba privilegiando os interesses das pessoas jurídicas. Essa influência econômica ameaça tanto os políticos já eleitos quanto os que vão se candidatar pela primeira vez”.
Marcus Vinícius reiterou o apoio da OAB ao “financiamento democrático” das campanhas eleitorais como um dos pontos essenciais da reforma política. “A reforma política é essencial para o fortalecimento da democracia no Brasil, e a OAB não poderia estar distante dessa campanha”, disse o presidente da OAB.