{arquivo}Há dias, desde quando se instalou o Governo Luciano Cartaxo em João Pessoa, que a farmacêutica e ex- Secretária de Saúde, Roseana Meira, vive nos quatro cantos reproduzindo amuos e intrigas políticas envenenando o ex-prefeito Luciano Agra para tomada de encaminhamentos políticos em desalinho com a lógica e a razão.
Abstraindo seus valores positivos enquanto gestora da Saúde na fase passada em que mandava na área mais do que o prefeito – inclusive na etapa anterior com Ricardo Coutinho – Roseana Meira impregnou um estilo à lá RC (quem sabe tenha sido ela influenciadora do mau humor ricardista) em que ou se rezava por sua cartilha ou estava fora, era inimigo político.
Passados os anos está provado que este estilo é démodé, atrasado, porque o mundo contemporâneo exige diálogos e a capacidade de enfrentar as adversidades à base de debates e negociações porque, exceto na Síria e nos ambientes ditatoriais, as políticas são impostas e nunca geradas através de entendimentos.
Nesse tempo, depois de não ter seu nome continuado na Saúde, Roseana desviou o alvo antes apontado para Ricardo na direção agora do prefeito Luciano Cartaxo – de paciência de Jó, como se diz no bairro da Torre – injustamente agredido pela ex-secretária que queria se manter no cargo para gerar um “Poder paralelo” inaceitável dentro da conjuntura.
Ora, se Luciano Agra não perceber em tempo ele está entrando na tática pantanosa de Roseana ao não avançar na construção de futuro político de forma siamesa com o outro Luciano (Cartaxo) porque nem o ex-prefeito, nem Roseana muito menos o vice-prefeito Nonato Bandeira têm espaços próximo ao governador porque construíram a impossibilidade de reaproximação, exceto se optarem pelo suicídio político.
Ao líder emergente e ex-prefeito resta a oportunidade de sentar com setores progressistas da Oposição, e nesse caso está Cartaxo e setores do PT / PMDB, porque ninguém perde a chance do bonde à frente, como se dá neste momento, onde Lula, a direção nacional, os lideres de projeção além fronteiras trabalham a hipótese de Agra ser a estrela do futuro, mas ele tem se deixado levar pela intriga e o mau humor de sua ex-auxiliar e amiga.
Amiga? – esta condição só se aplica integralmente quando as questões particulares de foro intimo não golpeiam as chances do outrem crescer e servir de abrigo para conquistas de mais gente.
Em síntese, Roseana trabalha para levar o líder Luciano Agra ao fosso político de uma fase histórica em que a negociação e compromissos precisam ser retomados, sob pena de despedaçamento para todos os lados – o que favorece ao algoz deles, Ricardo Coutinho.
Como se diz na Torre, só cego não vê.
RESPOSTA DE ADALBERTO FULGÊNCIO
Outro dia, o operoso e futurista Secretário de Saude de João Pessoa foi cumprimentar Roseana e esta lhe legou o aperto de mão. O ato mal educado serviu para o ex-presidente do PT decidir se calar e não mais cumprimentar a ex-secretária.
Ao invés de retaliações, Adalberto partiu para cima do trabalho executando em menos de 1 mês o que Roseana não fizera durante 8 anos, que é distender as relações e operar com resultados as políticas publicas beneficiando milhares de pessoas na fila do horror para cirurgias acumuladas e sem solução, agora resolvidas.
Em pouco tempo, o Secretário mostra que é possível apresentar caminhos e soluções com boas relações e humor, porque ninguém aguenta conviver com “caga raiva”.
Mesmo assim, como ele deixou escapar recentemente, “vamos tratá-la sempre com muito respeito”.
É assim que se faz.
O CASO NONATO
Ele pode até não perceber, mas acenos na esfera ricardista não serve na construção de seu futuro de perspectiva aliada porque não há na política como ignorar todo o passado recente, que jamais recomporá tantos dissabores e desqualificações mútuas.
Nonato Bandeira, estrategista, não pode (deve) incorrer em erros crassos e primários, segundo dizem no mercado da Torre.
Ele tem futuro sabendo usar de suas habilidades construtivas.
ÚLTIMA
“Vamos precisar de todo mundo/
Pra banir do mundo a opressão…”