{arquivo}Antes de mais nada, vamos nos atentar exclusivamente aos números da primeira pesquisa na Paraiba, com selo da CONSULT para o Grupo WSCOM, apontando a preferência deste momento do eleitorado, se as eleições para presidente e governador do Estado acontecessem agora.
A Pesquisa mostra sem nenhuma dificuldade de entendimento, a preferência em torno de Dilma aparecendo com 63% das intenções dos votos sobre a segunda colocada, no caso Marina Silva na casa dos 9%, enquanto Aécio passa dos 4% e o governador Eduardo Campos ainda não se apresenta na dimensão projetada para o futuro.
No caso da cena nacional, Marina parece ainda ser fruto do recall – super-exposição da disputa anterior com a própria Dilma e Serra. No caso de Aécio mostra que ele para se consolidar no Nordeste vai precisar trabalhar muito, pois a possibilidade de Eduardo significa cenário de liquidação da candidatura tucana diante do socialista ascendente nos 9 estados nordestinos.
A DISPUTA NA PARAIBA
Pelo que está posto, de acordo com a pesquisa, o senador Cássio Cunha Lima se mantém como o principal eleitor e influenciador da sucessão em 2014 aparecendo em processo de aferição estimulada com 37% das intenções de voto contra 27% do governador Ricardo Coutinho.
Outros importantes nomes da disputa, a exemplo do ex-prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital, surge com 11.05%, enquanto o ex-prefeito de João Pessoa, Luciano Agra, aparece com 5,15%.
Ora, os números revelam que o governador se mantém em posição dependente do senador, algo a ser relevante de agora em diante porque qualquer deslize maior do chefe do executivo e lider do PSB pode estar diante de um competidor capaz de vencê-lo daí a necessidade de rever suas estratégias.
O danado é que Cássio aparece com esta performance, mesmo expondo aos quatro canto a sua intenção de não ser candidato, algo que somente o tempo poderá dizer se ele se manterá infenso, distante do interesse de seus correligionários espalhados estado a fora.
Em síntese, Dilma e Cássio surgem imbatíveis a dados de hoje, embora eleição seja como mineração, só depois da apuração.
ÚLTIMA
“O olho que existe/ é o que vê…”

