{arquivo}RECIFE – O Vaticano tem convivido desde as últimas horas com novo escândalo envolvendo, em síntese, o jogo de Poder nefasto e o uso de procedimentos incompatíveis com a natureza da Igreja Católica, cada vez mais fazendo crer que o Padre Valdemir Santana (nome de grande meia esquerda, do Botafogo de João Pessoa, de priscas eras), da Igreja Santo Antonio, em Tambaú, tenha absoluta razão em dizer, como o fez na homilia do domingo passado: “a renúncia do Papa pode representar mais do que fragilidade e doença física, mas fruto da constatação de um mundo podre pelo Poder nos bastidores da própria Igreja”.
Sem papa na língua, como se diz no bairro da Torre, Padre Valdemir produziu uma das mais singelas e cirúrgicas observações sobre as transações e pecados certamente constatados pelo Santo Padre Bento XVI – coincidentemente desde que as descobriu adoeceu de vez e, sem saúde, já não se dispõe a encarar o mundo podre da luta pelo Poder.
Mas, filosofo anônimo, Padre Valdemir não se surpreende porque considera a conjuntura em torno do Poder muito forte para construir deformações em pessoas, dos mais diferentes níveis e circunstancias, que, quando atingem esse patamar, se perdem e se desvirtuam completamente.
E a Igreja Catolica sofre desse mal, tanto que paga caro por absurdos cometidos, a exemplo da Pedofilia constatada, entre outros males.
Ele tem razão e seus conceitos se aplicam também à política partidária, onde homens se locupletam e outros mudam de postura e caráter por conta de tantos mil reais.
É triste, mas é verdade, diria Maria Julia (minha mãe, in memorian).
O Santo Padre não aguentou o tamanho da sujeira, que precisa de assepsia. Urgente!
Em sendo assim, a Igreja passará por forte reforma, inclusive de conduta moral.
CADE A PARAIBA?
A série de debates produzidos no Marhotel, na Capital pernambucana, fruto de articulação de Mino Carta (Carta Capital) projeta um tempo de muita expectativa, mas de exibição de números fantásticos dos investimentos gerados nos últimos tempos em Pernambuco, Ceará e principalmente Bahia. Só que a expressão e euforia se apresenta mais e melhor em torno de Eduardo Campos.
Aliás, o governador –pre candidato à Presidencia começou a enfrentar o primeiro obstáculo interno no PSB, através do governador C id Gomes (Ceará) afirmando que ele (Eduardo) não tem projeto para o Brasil.
Seja como for, o fato é que tento escutar e provocar algo que aponte grandes investimentos para nosso Estado, mas nada acontece de aparecer.
Faltam projetos e atitudes ousados, algo que Ricardo Coutinho prometeu e não conseguiu implementar ainda.
ÚLTIMA
“Esses moços/ porbs moços/
Ah se soubessem o que sei…”