{arquivo}Basta meia dúzia de tempo de prosa com as lideranças nacionais do PSB para compreender que, de fato, a pré-candidatura do governador Eduardo Campos à Presidência da República é fator em curso, planejado e irreversível, apesar do presidente nacional não assumir ainda “in totum” essa condição. Aliás, olhando o Estado da Paraíba, Eduardo e o PSB acham que Ricardo Coutinho pode ser beneficiado por algo do tipo W x 0 – quando um dos adversários não comparece ao jogo.
No caso em tela, a condicionante se refere à Oposição e, ainda, abrigando a possibilidade de surgimento de alguma candidatura mas que, em face da pouca musculatura eleitoral presumida pelo PSB nacional aos adversários, pode ser entendido como quase uma W x 0.
Exageros ou não à parte, o fato é que o governador se beneficia com os desacertos e esfacelamento da Oposição partindo para o ataque já de agora fazendo baixas nesta mesma Oposição porque não tem rumo nem nome de Unidade a se contrapor fortemente, mesmo levando em conta Veneziano Vital porque até seu partido, o PMDB, está fortemente dividido e isso lhe enfraquece.
É por essas e outras que Eduardo acompanha a disputa na Paraíba sabendo dos erros táticos do governador Ricardo, entretanto, por dispor de pesquisas sistemáticas a cada mês identifica fácil que, pelo menos a dados de hoje, a Oposição é um pato feio e quase perdido daí a projeção de reeleição de Ricardo, conforme acham.
Pode não ser assim exatamente, mas é deste jeito que eles vêem a cena com respaldo de procedência de vários fatores.
Agora, quanto à candidatura nacional disso ninguém mais duvida, no PSB e em Pernambuco.
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Estivemos esta semana com o vice-presidente nacional do PSB, Dr Roberto Amaral, em conversa demoradíssima em São Paulo.
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“Esse jogo não vai ser um a um…”