{arquivo}Há um esforço enorme do Governo para mostrar à sociedade que a atual gestão estadual produz ações mais fortes do que todos os demais passados, embora falte quem reflita sobre esta realidade sem birras nem despeitos, mas com base em dados puros e simples de compreensão.
Como a Oposição não estuda as matérias com a aplicação que faz quando quer ser contra por ser contra o governador Ricardo Coutinho, eis que acaba não promovendo análises pertinentes ao contexto da realidade governamental com base realista.
Um desses assuntos, por exemplo, poderia se dar em torno do Orçamento publicado pelo Governo anunciando que os recursos da SECOM para este ano são da ordem de R$ 35 milhões e 720 mil.
Não me assusto porque, tomando por base o Orçamento do Governo de Pernambuco na ordem de R$ 200 milhões – a nossa realidade aponta para um cenário expressivamente bem menor. Só que num estado pequeno, de influência imensa da verba governamental nos veículos de comunicação, eis que isso pesa. Mesmo assim, não reproduzo a critica contrária porque o mercado precisa sobreviver.
Agora, o que chama a atenção é a desproporção da política inadequada dos recursos do Governo tratando a verba da Secretaria de Turismo em torno de R$ 35 mil. Isto é nada, nada mesmo, diante de uma das áreas econômicas mais importantes da conjuntura porque fomenta e tende a exigir que o Governo invista forte fora do Estado para atrair clientes e consumidores para gerar dividendos e riqueza.
Questões assim, poucos ousam abordar – não por ser contra, repito, o Governo Ricardo, mas para apontar correções e/ou ajustes porque só assim as coisas andam projetando resultados positivos.
O governo pode realocar a verba e tratar o Turismo na dimensão de que merece.
Sem picuinhas, iguais às que tinham entre Torre e Mandacaru.
Neve more, dizem os letrados da Torrelândia.
Os efeitos da audiência de Gervazinho I
De um experiente e veterano Pemedebista da gema, que pediu-nos para não revelar a Fonte visando evitar atritos, eis que recebemos email tratando da abordagem que fizemos recentemente dando conta do enfraquecimento da Oposição quando deputados do nível de Gervásio Filho decidem conversar e gerar acordos com o governador.
Disse a dita Fonte com todas as letras:
“Quem está consolidando a oposição no caso Gervazinho é menos o Governador do que José Maranhão. Este sim, com o seu egoismo e sua prepotência habituais está afastando Gervazinho”.
Fatos: “diz você que Gervazinho era líder do PMDB. Não é o que diz o TRE onde figura o deputado Ranieri Paulino em tal condição. Por que? Talvez porque o líder tenha voz na Executiva do Partido e Maranhão somente deseje pessoas que jamais venham a discordar dele em suas reuniões.
Os efeitos da audiência de Gervazinho II
“No acordo, em Brasília, para eleição de Maranhão para a Presidência do Diretório Estadual teria sido pactuado que Gervazinho seria o Presidente do PMDB de João Pessoa e Maranhão não cumpriu com a sua palavra cooptando Manuel Júnior para o seu grupo e desapontando Gervazinho.
“Na minha opinião, Maranhão está “forçando” a saída dele e a de Wilson porque quer ser Senador”.
Por fim disse que “como você sabe, a fidelidade partidária permitiria ao PMDB buscar o mandato de Gervazinho e, mesmo que ele manobrasse bem e ganhasse a demanda ao final, passaria por uma via crucis coincidindo com o momento da sua jornada para disputar um novo mandato eletivo, fato que, obviamente, lhe prejudicaria bastante”.
ÚLTIMA
“O OLHO QUE EXISTE / É O QUE VÊ…”