O papel e postura de Pâmela Bório

{arquivo}Acompanho com intensa minúcia o que se refere à vida política nacional e estadual, através dos seus personagens públicos, que assim são porque fizeram a escolha da vida pública daí a obrigação de prestação de contas, também públicas, porque do contrário seria buscar a iniciativa privada. Neste campo, um dos personagens que busco compreender e acompanhar seus passos e atitudes chama-se Ricardo Coutinho, governador do Estado, a quem volta e meia critico por sua rigidez, equívocos, contra-senso, dureza no trato de tantos casos e pessoas, mas neste sábado de chuva tênue, vou, como cidadão, me acostar e me solidarizar com ele, sobretudo sua esposa Pâmela Bório, porque passou dos limites a forma e insinuação da Revista IstoÉ no trato de tema intimo da vida do casal, até por que inexiste ato indecoroso na Granja Santana e nos atos dos dois representantes populares.

Em principio, a avaliação do Tribunal de Contas sobre os gastos normais da residência oficial do governador permeia a análise e/ou informação de que possa existir questionamento sobre o volume e tipo de produtos consumidos na Granja Santana mas, paciência, tanto quanto em qualquer ambiente com natureza deste equipamento em todo o País, querer misturar alhos com bugalhos e insinuar compra de produtos íntimos com contas públicas é querer exagerar na dosagem.

Quem conhece Ricardo, mesmo que o odeie ou não nutra simpatia alguma por ele, mesmo assim não pode lhe inserir na vala comum dos lideres políticos irresponsáveis, pois tenho a convicção de que jamais ele misturaria ou misturará atos de Poder com consumo doméstico de produtos que, faz tempo ele e a Primeira Dama dispõem de condições de compra e consumo longe da conta pública.

Particularmente, até divirjo fortemente do conceito que Pâmela produz sobre temas políticos, como recentemente diante das criticas inadmissíveis feitas ao ex-presidente Lula por suposições e enfoque distorcido e irresponsável sobre a vida intima do maior Lider da América do Sul, mas nem por isso podemos misturar as questões.

Aliás, justiça seja feita, Pâmela difere de todas as outras Primeiras Damas de antes porque ousa assumir sua opinião acerca da vida, portanto também da política, algo que diante de tantos fatos expostos e distorcidos certamente que ela haverá de manter-se opinativa mas obrigada a mensurar melhor o que faz e diz porque no campo pantanoso da Política tudo pode servir de crise, até onde inexiste.

Diferentemente do que podem dizer os desafetos do governador, nem ele nem Pâmela têm histórico para se reduzirem a tamanho perfil de improbidade ou desmantelamento de vida comum versus coisa pública, porquanto no caso deste sábado de tentativas de escândalo ficou claro que, em nome do Poder, há quem faça tudo, inclusive difamar a vida de quem construiu uma vida com dignidade, mesmo com seus atropelos de relação política incompreensíveis, mas isto é outra coisa.

A Primeira Dama  e o governador merecem respeito!

UM GESTO DE GRANDEZA

O vice-prefeito de João Pessoa, Nonato Bandeira, aceitou o desafio posto pelo prefeito Luciano Cartaxo para que ele assuma e coordene pessoalmente as ações voltadas para as políticas voltadas aos deficientes da Capital.

Dados do IBGE indicam que são 90 mil pessoas com algum tipo de deficiência, portanto, a decisão de Nonato de partilhar seu conhecimento para fometnar dignidade a essa gente só há que se registrar a atitude singular de tanto mérito.

ÚLTIMA

Cada um dá o que tem…”
 

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