{arquivo}Os primeiros momentos de ação real do prefeito empossado de João Pessoa, Luciano Cartaxo, sinalizam claramente que,mais do que disposição, o sucessor de Luciano Agra dispõe de meios para dar um salto qualitativo adiante na gestão da Capital do Estado com foco centrado em questões da sociedade: combate à miséria, ações imediatas em favor da Saúde, da Educação e, se não for demais, tendo complemento ao que se configura geração de emprego.
Ora, o anúncio de concurso público para professor (1 mil vagas) e 300 (vagas) se não for muito é a exposição evidente de compromisso com uma das áreas vitais na vida das sociedades, no caso a Educação, levando em conta ainda o Mutirão da Saúde para resolver questões urgentes de cirurgias de 1.500 pacientes clamando por dignidade.
Tudo isto significa ação concreta, até porque admite a contratação de 26 médicos para os PSFs, além de mais unidades das Unidades de Pronto Atendimento – algo que faltou muito no meu tempo de criança no bairro da Torre porque a cultura de antes no trato de pobres era diferente – teria-se que ir ao Pronto Socorro Municipal no centro da cidade.
Luciano Cartaxo também teve sorte de receber do seu sucessor a possibilidade de, já nos primeiros dias de governo, concluri e entrega mais mil casas populares, também chamadas de abrigos da cidadania.
Chamou a atenção no micro universo de ações fundamentais, que meninos pobres como fui vão poder no Século do Conhecimento ter acesso às línguas estrangeiras fundamentais – inglês, espanhol, francês e acho que falta Mandarim para dialogarmos com os Chineses – cujo conjunto de intercâmbio fará com a geração dos meus bisnetos sejam intercontinentais unindo o bairro da Torre, Castelo Branco a Nova York, Pequim e Campina Grande.
Ainda voltarei aos temas mais profundos, como é agir imediatamente nos bairros de maior problema de IDH – algo relevante, mas isso deixarei para fazer paralelos deste momento e a época passada em que o líder da família Cartaxo, Mestre Célio, era comandante dos comícios de um dos mais importantes paraibanos de todos os tempos, Antonio Marques da Silva Mariz que, já em 1964, prestava contas expondo os números nas paredes da Prefeitura de Sousa, quem primeiro viu (antes de Lula) a necessidade dignidade e comida à mesa dos miseráveis e produzir o mais importante incremento de desenvolvimento do Sertão ( o canal da Redenção) que os governos não souberam até hoje transformar aquela força de equipamento em riqueza para todos.
Me aguardem!.
SALÁRIO DE GENTE DECENTE
Falar em cidadania, em aquecimento econômico, é ter reconhecer o momento do Governo Dilma no qual o aumento do salário mínimo faz de R$ 622 passar para R$ 678, já a partir desta terça-feira , injetando R$ 32,7 bilhões na economia em 2013, segundo estimativa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos (Dieese).
Muitos dos que nos leem podem achar estranho, mas sou do tempo em que os Governos combatiam o aumento do Salário Minimo porque diziam que iriam quebrar a iniciativa privada, por isso antes de FHC o SM era abaixo dos U$ 100.
Veio a Era Lula e, ao tempo de hoje, o Salário Minimo passa de U$ 300 produzindo a distribuição de renda que faz o Brasil enfrentar a crise financeira internacional.
É este saldo do Governo do PT que irrita quem teve a oportunidade e não soube produzir em fatos chamado distribuição de renda.
ÚLTIMA
“Cada um dá o que tem…”

